Em conversa com Carolina Rodrigues, o pesquisador Bruno Pedreira, da Embrapa Silvipastoril, fala dos sistemas de integração como o caminho para produzir mais com menos, sem necessidade de desmatar mais nada
“Hoje, sabemos muito mais sobre o potencial e as limitações da ILPF” – Bruno Pedreira, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril
Por Carolina Rodrigues
O tom entusiasmado com que fala sobre os sistemas de produção integrados não deixa dúvida: Bruno Pedreira é um pesquisador nato. Em novembro, ele comemora 10 anos de Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop, MT, onde tem atuado em pesquisas e extensão, com foco no desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a melhoria destes sistemas, com ênfase na integração lavoura-pecuária-floresta, a famosa ILPF.
Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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Por Carolina Rodrigues
O tom entusiasmado com que fala sobre os sistemas de produção integrados não deixa dúvida: Bruno Pedreira é um pesquisador nato. Em novembro, ele comemora 10 anos de Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop, MT, onde tem atuado em pesquisas e extensão, com foco no desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a melhoria destes sistemas, com ênfase na integração lavoura-pecuária-floresta, a famosa ILPF.
Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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Em conversa com Carolina Rodrigues, o pesquisador Bruno Pedreira, da Embrapa Silvipastoril, fala dos sistemas de integração como o caminho para produzir mais com menos, sem necessidade de desmatar mais nada
“Hoje, sabemos muito mais sobre o potencial e as limitações da ILPF” – Bruno Pedreira, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril
Por Carolina Rodrigues
O tom entusiasmado com que fala sobre os sistemas de produção integrados não deixa dúvida: Bruno Pedreira é um pesquisador nato. Em novembro, ele comemora 10 anos de Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop, MT, onde tem atuado em pesquisas e extensão, com foco no desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a melhoria destes sistemas, com ênfase na integração lavoura-pecuária-floresta, a famosa ILPF.
Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
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Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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Carlos Guaritá, sócio-diretor da Leiloboi Leilões Rurais, analisa o mercado de reposição no Mato Grosso do Sul e projeta um cenário mais calmo para os preços até setembro.
“Hoje, sabemos muito mais sobre o potencial e as limitações da ILPF” – Bruno Pedreira, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril
Por Carolina Rodrigues
O tom entusiasmado com que fala sobre os sistemas de produção integrados não deixa dúvida: Bruno Pedreira é um pesquisador nato. Em novembro, ele comemora 10 anos de Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop, MT, onde tem atuado em pesquisas e extensão, com foco no desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a melhoria destes sistemas, com ênfase na integração lavoura-pecuária-floresta, a famosa ILPF.
Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
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Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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“Hoje, sabemos muito mais sobre o potencial e as limitações da ILPF” – Bruno Pedreira, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril
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Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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“Hoje, sabemos muito mais sobre o potencial e as limitações da ILPF” – Bruno Pedreira, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril
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O tom entusiasmado com que fala sobre os sistemas de produção integrados não deixa dúvida: Bruno Pedreira é um pesquisador nato. Em novembro, ele comemora 10 anos de Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop, MT, onde tem atuado em pesquisas e extensão, com foco no desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a melhoria destes sistemas, com ênfase na integração lavoura-pecuária-floresta, a famosa ILPF.
Baiano, de família de pecuaristas, Pedreira sempre olhou para as ciências agrárias sob a ótica do produtor. Cursou agronomia na Universidade Federal de Lavras, MG, tornando-se mestre, doutor e pós-doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, sob orientação de dois grandes nomes da forragicultura brasileira: Carlos Guilherme Silveira Pedreira e Moacyr Corsi.
Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
Nesta entrevista, concedida, por telefone, à repórter Carolina Rodrigues, ele estratifica os números da Embrapa, desvenda o conceito da integração e, de quebra, sentencia: “O entendimento de que a pecuária é um negócio tão bom quanto à lavoura é urgente”. Confira!
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Lá aprendeu um conceito que levou para a vida profissional: o pasto é a base de qualquer bom sistema de produção. E garante que foram justamente as experiências adquiridas ao longo dos sete anos na Esalq/USP que lhe deram “passaporte” para a Embrapa MT, onde ingressou com apenas 29 anos de idade. “É o que qualquer um na minha posição teria pedido a Deus naquela idade. Mato Grosso é um gigante em tamanho, potencial produtivo e rebanho. Tudo aqui é mega. Inclusive as possibilidades”, diz Pedreira, que hoje é também professor do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia na Universidade Federal de Mato Grosso (Campus Sinop), onde leciona e orienta estudantes nas áreas de Forragicultura e Sistemas Integrados.
Na Embrapa, ele coordenou 19 projetos de pesquisa e validação em sistemas de ILPF nestes 10 anos e não tem dúvida de que essa tecnologia levará a pecuária brasileira a um novo patamar de produtividade. Dos 17 milhões de hectares de sistemas ILPF estabelecidos no Brasil existem hoje, segundo a Embrapa, 7 milhões de ha de pecuária produzindo de três a cinco vezes mais do que antes. “Isso significa que para produzir a mesma quantidade de carne destes 7 milhões, o pecuarista precisaria de 21 a 25 milhões de hectares de pastagem tradicional para fazer. Isso é sustentabilidade pura”, conceitua Pedreira.
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