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Revista DBO | Podridão de casco. E agora?

Na nova seção “DBO Responde”, criada para responder suas dúvidas, o professor titular da FMVZ-USP e colunista da Revista DBO, Enrico Ortolani, responde a dúvida do nosso leitor sobre frieira e podridão de casco

Frieira e podridão em um casco.

“Aqui no Ceará, os pecuaristas criam gado, durante o período chuvoso, à beira de uma represa pública. Ao fim da estação, muitos apresentam frieira, podridão de casco e bicheira nesse local. O problema tem alguma relação com o excesso de umidade e o tipo de solo, que aqui é argiloso? Como prevenir?” Francisco L. Oliveira, de Jaguaribara, Ceará

A pedido de DBO, Enrico Ortolani, professor da USP e nosso colunista, respondeu sua pergunta. Confira a seguir:

A frieira e a podridão de casco estão intimamente ligadas ao excesso de umidade e ao tipo de solo. Na matéria da DBO de dezembro de 2021, à pág. 68, intitulada “Foot rot se alastra em animais criados a pasto”, o repórter Renato Villela descreve esse mesmo problema, porém no Acre, em solos argilosos, chamados de tabatinga (taba = barro; tinga = esbranquiçado). Os cascos correspondem às nossas unhas. Eles são constituídos por uma proteína dura e forte (queratina). Porém, quando ficam muito tempo sujeitos à umidade, a queratina amolece, facilitando a ocorrência de pequenas rachaduras e fendas.

O tipo de solo tem a ver com a retenção e o excesso de umidade no piso. Grosseiramente, eles são classificados em arenosos (muita areia e pequenos pedriscos, muito porosos); argilosos (mais de 30% de argila e minúsculos pedriscos, bem menos porosos); humosos (rico em matéria orgânica em decomposição) e mistos. Se molharmos esses solos, a água vai passar rapidamente pelo arenoso, seguido do orgânico, do misto e penetrará muito pouco no argiloso.

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Frieira e podridão em um casco.

“Aqui no Ceará, os pecuaristas criam gado, durante o período chuvoso, à beira de uma represa pública. Ao fim da estação, muitos apresentam frieira, podridão de casco e bicheira nesse local. O problema tem alguma relação com o excesso de umidade e o tipo de solo, que aqui é argiloso? Como prevenir?” Francisco L. Oliveira, de Jaguaribara, Ceará

A pedido de DBO, Enrico Ortolani, professor da USP e nosso colunista, respondeu sua pergunta. Confira a seguir:

A frieira e a podridão de casco estão intimamente ligadas ao excesso de umidade e ao tipo de solo. Na matéria da DBO de dezembro de 2021, à pág. 68, intitulada “Foot rot se alastra em animais criados a pasto”, o repórter Renato Villela descreve esse mesmo problema, porém no Acre, em solos argilosos, chamados de tabatinga (taba = barro; tinga = esbranquiçado). Os cascos correspondem às nossas unhas. Eles são constituídos por uma proteína dura e forte (queratina). Porém, quando ficam muito tempo sujeitos à umidade, a queratina amolece, facilitando a ocorrência de pequenas rachaduras e fendas.

O tipo de solo tem a ver com a retenção e o excesso de umidade no piso. Grosseiramente, eles são classificados em arenosos (muita areia e pequenos pedriscos, muito porosos); argilosos (mais de 30% de argila e minúsculos pedriscos, bem menos porosos); humosos (rico em matéria orgânica em decomposição) e mistos. Se molharmos esses solos, a água vai passar rapidamente pelo arenoso, seguido do orgânico, do misto e penetrará muito pouco no argiloso.

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Frieira e podridão em um casco.

“Aqui no Ceará, os pecuaristas criam gado, durante o período chuvoso, à beira de uma represa pública. Ao fim da estação, muitos apresentam frieira, podridão de casco e bicheira nesse local. O problema tem alguma relação com o excesso de umidade e o tipo de solo, que aqui é argiloso? Como prevenir?” Francisco L. Oliveira, de Jaguaribara, Ceará

A pedido de DBO, Enrico Ortolani, professor da USP e nosso colunista, respondeu sua pergunta. Confira a seguir:

A frieira e a podridão de casco estão intimamente ligadas ao excesso de umidade e ao tipo de solo. Na matéria da DBO de dezembro de 2021, à pág. 68, intitulada “Foot rot se alastra em animais criados a pasto”, o repórter Renato Villela descreve esse mesmo problema, porém no Acre, em solos argilosos, chamados de tabatinga (taba = barro; tinga = esbranquiçado). Os cascos correspondem às nossas unhas. Eles são constituídos por uma proteína dura e forte (queratina). Porém, quando ficam muito tempo sujeitos à umidade, a queratina amolece, facilitando a ocorrência de pequenas rachaduras e fendas.

O tipo de solo tem a ver com a retenção e o excesso de umidade no piso. Grosseiramente, eles são classificados em arenosos (muita areia e pequenos pedriscos, muito porosos); argilosos (mais de 30% de argila e minúsculos pedriscos, bem menos porosos); humosos (rico em matéria orgânica em decomposição) e mistos. Se molharmos esses solos, a água vai passar rapidamente pelo arenoso, seguido do orgânico, do misto e penetrará muito pouco no argiloso.

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A pedido de DBO, Enrico Ortolani, professor da USP e nosso colunista, respondeu sua pergunta. Confira a seguir:

A frieira e a podridão de casco estão intimamente ligadas ao excesso de umidade e ao tipo de solo. Na matéria da DBO de dezembro de 2021, à pág. 68, intitulada “Foot rot se alastra em animais criados a pasto”, o repórter Renato Villela descreve esse mesmo problema, porém no Acre, em solos argilosos, chamados de tabatinga (taba = barro; tinga = esbranquiçado). Os cascos correspondem às nossas unhas. Eles são constituídos por uma proteína dura e forte (queratina). Porém, quando ficam muito tempo sujeitos à umidade, a queratina amolece, facilitando a ocorrência de pequenas rachaduras e fendas.

O tipo de solo tem a ver com a retenção e o excesso de umidade no piso. Grosseiramente, eles são classificados em arenosos (muita areia e pequenos pedriscos, muito porosos); argilosos (mais de 30% de argila e minúsculos pedriscos, bem menos porosos); humosos (rico em matéria orgânica em decomposição) e mistos. Se molharmos esses solos, a água vai passar rapidamente pelo arenoso, seguido do orgânico, do misto e penetrará muito pouco no argiloso.

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