O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou nesta quarta-feira, dia 3 de abril, que criará um comitê composto por integrantes do ministério e pesquisadores acadêmicos para “revisar as normas para vigilância, controle, erradicação, certificação e emergência sanitária do Mal da Vaca Louca e todas as formas de Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis (que incluem seres humanos), com as atualizações do Código Terrestre de Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE)”.
De acordo com a pasta, as ações imediatas do comitê serão a análise dos pedidos de atualização da legislação do programa do ministério para a doença e inclusão de novas descobertas e conhecimentos sobre as encefalopatias. Ainda segundo o Mapa, também serão modernizadas as análises laboratoriais para diagnóstico da doença.
Atualmente, a OIE classifica o Brasil com o menor grau de risco para a vaca louca: “insignificante”. O último caso atípico de vaca louca no Brasil foi confirmado em 2014, pelo Laboratório Nacional Agropecuário em Pernambuco (Lanagro-PE), do Mapa, em uma vaca de 12 anos de idade, de uma fazenda de Mato Grosso. O animal foi abatido e destruído e, em 11 propriedades próximas da fazenda, foram sacrificados e destruídos 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do animal infectado.




