Luiz Antônio Josahkian, superintendente técnico da entidade mineira, fala sobre o futuro e diz que proporção história de 35% de adesão ao PMGZ é ainda um desafio
“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
Por Carolina Rodrigues
Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
Por Carolina Rodrigues
Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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Luiz Antônio Josahkian, superintendente técnico da entidade mineira, fala sobre o futuro e diz que proporção história de 35% de adesão ao PMGZ é ainda um desafio
“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
Por Carolina Rodrigues
Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
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Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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Carlos Guaritá, sócio-diretor da Leiloboi Leilões Rurais, analisa o mercado de reposição no Mato Grosso do Sul e projeta um cenário mais calmo para os preços até setembro.
“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
Por Carolina Rodrigues
Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
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Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
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Há quase três décadas no comando da Superintendência Técnica da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba, MG, o mineiro Luiz Antônio Josahkian tornou-se uma espécie de “embaixador” da entidade, tanto para seus 22.651 associados, quanto para o público externo. Ele é a cara da ABCZ. Respeitado pelas posições ponderadas, tecnicamente construídas, ajudou a traçar as diretrizes do melhoramento genético do zebu nos últimos 30 anos.
Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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“O Nelore evoluiu muito em relação há 30 anos. Em termos de peso e potencial de crescimento, temos uma raça pronta.” – Luiz Antônio Josahkian
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Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
De lá para cá, são 28 anos dedicados ao registro genealógico (serviço que ajudou a criar) e ao melhoramento genético, área que ensina na Fazu, onde é professor desde1985. “Comecei com uma disciplina chamada zebutecnia 1, que curiosamente falava de cruzamento, enquanto o professor Fernando Andrade, especialista nessa área, dava aulas de melhoramento em zebuínos. Sugeri a troca, que deu muito certo”, relembra o executivo, que procura conciliar as inúmeras horas-aulas com a conturbada agenda de compromissos da ABCZ. Mas ele dá conta.
Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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Nascido em Uberaba, caçula de cinco irmãos, filho de uma italiana com um comerciante armênio sem ligação com o campo, ele decidiu fazer zootecnia quando este curso tinha a “pexa” de ser exclusivo para filhos de pecuaristas, herdeiros de terras e boiadas. Questionado sobre o motivo da escolha, ele diz ter sido uma mistura de “vocação natural, com um leve empurrãozinho do destino”. Em 1982, quando terminou o curso nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), a zootecnia já começava a deixar de ser vista como uma variante da veterinária, para se tornar âncora da produtividade e da administração rural.
Josahkian começou sua carreira estagiando na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), onde cuidou do Gir Leiteiro por um ano, e que foi também “porta de entrada” para a ABCZ.
“Lembro que fui apresentar as comunicações de nascimento da Epamig e soube que teria um concurso no dia seguinte”, conta. “Sequer tive tempo de me preparar e soube, por acaso, que eram vagas para técnicos de campo, em várias regiões do Brasil, incluindo uma em Uberaba. Para minha surpresa passei em primeiro lugar e aqui estou até hoje”, brinca. Trabalhou como técnico de campo por um ano, antes de assumir a chefia das provas zootécnicas, em 1984. Na superintendência técnica está desde 1992, eleito na gestão de Rômulo Kardec.
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Josahkian é um homem da ciência e do campo. Não foge a uma pergunta e se dispõe a reflexões espinhosas. Aposta na genômica como ferramenta futurista para ganhos expressivos na pecuária e destaca a importância do registro genealógico, que defende ser o princípio da seleção do zebu. Em entrevista exclusiva à repórter Carolina Rodrigues, ele conta um pouco dessa história. Confira:
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