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Confinamento cresce 2% em 2021 com 6,5 milhões de bovinos, diz DSM

São Paulo registra o maior crescimento entre os Estados; paralisação da exportação de carne para a China impediu que a alta fosse ainda maior
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Nesta quarta-feira (8/12), a fabricante de suplementos nutricionais DSM apresentou o resultado de 2021 do Censo de Confinamento.

A terminação de bovinos em sistemas intensivos de engorda totalizou 6,5 milhões de animais neste ano, segundo a pesquisa estruturada pelo Serviço de Inteligência de Mercado (SIM) da companhia.

Em comparação com 2020, o volume é 2% maior. Apesar de um resultado histórico, o volume de animais poderia até ter sido maior, se não fosse a paralisação da exportação de carne para a China a partir de setembro.

Desde que a pesquisa foi iniciada em 2015, o ritmo de crescimento médio foi de 5,09% até 2020, o que poderia ter levado o confinamento a cerca de 6,7 milhões de bovinos.

“Isso mostra que apesar dos desafios, a pecuária intensiva de corte vem, sim, intensificando e produzindo cada vez mais com menos, com mais arrobas por hectare e mais arrobas por animais confinados”, diise Marcos Baruselli, gerente Nacional de Confinamento da DSM.

 

Destaques do censo

Regionalmente, os três Estados com maior rebanho confinado esse ano são Mato Grosso, São Paulo e Goiás, com 1,38 milhão, 1,12 milhão e 1,07 milhão de bovinos, respectivamente.

O Estado onde o confinamento mais cresceu, contudo, foi o de São Paulo, com alta de 17% sobre o ano anterior, quando foram anotados 959 mil animais confinados.

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Logo atrás de São Paulo, vem o Paraná que registrou alta de 16% (de 328 mil para 379 mil animais) e Mato Grosso do Sul, com alta de 6% (de 753 mil para 798 mil animais).

Com relação à retração, o número de bovinos confinados reduziu 16% no Pará (de 206 mil para 173 mil bovinos) e na região do Mapito – Maranhão, Piauí e Tocantins (de 224 mil para 188 mil bovinos) e em Santa Catarina, onde caiu 13% (de 155 mil para 134 mil bovinos).

“O histórico de crescimento constante dos números do levantamento da DSM comprova que o pecuarista brasileiro está intensificando cada vez o seu sistema de produção, sendo o confinamento uma ferramenta estratégica para melhorar a produtividade do rebanho e para auxiliar na introdução de tecnologias que impulsionam os resultados zootécnicos e a receita da fazenda”, avalia Hugo Cunha, gerente técnico nacional de Confinamento da DSM.

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