As vendas de carne bovina com osso no mercado interno brasileiro seguem em ritmo moderado, com destaque maior para os cortes mais baratos, afirmam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Tal comportamento, diz o centro, tem possibilitado aos frigoríficos pagar valores mais altos pela matéria-prima (boi gordo).
Na avaliação dos pesquisadores, as indústrias seguem com escalas de abate relativamente confortáveis, que são cada vez mais preenchidas com bois confinados.
“Como esses animais (terminados nos cochos) tendem a ser comercializados nos preços maiores, à medida que a proporção desses lotes vai aumentando em relação aos de pasto, a indústria vai tentando ‘segurar’ os valores das demais negociações, a fim de não inflacionar a média do boi”, relata o Cepea.
Escalas de abate
Na última semana, os frigoríficos brasileiros aceitaram aumentar os preços do boi gordo de maneira compassada, ao mesmo tempo que mantiveram as escalas de abate alongadas, informou a Agrifatto.
“O mercado do boi continua aquecido, impulsionado pelo câmbio favorável e pelas exportações em bom ritmo”, afirma a consultoria.
Diante desta conjuntura, continua a Agrifatto, na semana passada, a arroba do boi gordo subiu na maioria das praças monitoradas. Saiba mais AQUI.
Mercado Pecuário
Quer mais análises sobre o mercado do boi gordo? Acompanhe o programa Mercado Pecuário, toda quarta-feira no DBO Play. Apesentado pela jornalista Juliana Camargo, o programa é uma referência para o pecuarista que quer se manter atualizado sobre os principais assuntos que cercam o setor.




