Além da oferta restrita de boiadas e da exportação de carne bovina em alta, espera-se uma melhora do consumo de carne bovina com as contratações de fim de ano e pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário. A associação desses fatores deve colaborar com os preços firmes no mercado do boi gordo, prevê a Scot Consultoria.
Na sexta-feira, 25/10, o indicador do boi gordo Esalq/B3/Cepea fechou em R$ 166,50/@, o que representou um novo recorde histórico e alta de 2,02% no comparativo diário.
Disputa pelo boi eleva preços da arroba no Centro-Oeste
O movimento de alta da arroba do boi gordo ganha força no Centro-Oeste com a forte presença de frigoríficos de São Paulo e do Paraná, relata nesta tarde de segunda-feira, 28/10, a Informa Economics FNP.
“Numa tentativa de alongar suas escalas, as indústrias paulistas e paranaenses ampliaram a atuação no mercado de gado vivo no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, gerando suporte a uma nova rodada de alta nos preços locais”, informa a consultoria.
Nos Estados de SP e PR, diz a FNP, a maior parte dos frigoríficos está focada em atender contratos de exportação.
Na praça de Cáceres, MT, o boi gordo subiu para R$ 151/@, pagamento a prazo (30 dias), de acordo com a FNP. Em Cuiabá, foi a R$ 150/@, valor à vista, livre de Funrural. Nas praças de Campo Grande e Dourado, ambas no MS, a arroba é negociada a R$ 160 (a prazo) e R$ 158 (à vista), respectivamente.




