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Pedagogia da produtividade

O agrônomo Armélio Martins encerrou seu Projeto Primeiro Passo com lucro médio superior a R$ 1.000/ha, apesar dos percalços, e deixou “lições” de grande valor.

Por Maristela Franco

Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Por Maristela Franco

Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Maristela Franco

Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Por Maristela Franco

Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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Cinco anos após acordar de madrugada e rascunhar o Projeto Primeiro Passo, o agrônomo goiano Armélio Martins – reconhecido nacionalmente por seu trabalho em pastagens – deu por concluída uma das mais interessantes experiências “pedagógicas” já conduzidas na pecuária brasileira, cujas lições apresentamos, com exclusividade, nesta reportagem de capa. Durante o quinquênio do projeto (2018 a 2021), ele testou, na Fazenda Engenho de Serra (propriedade familiar com apenas 100 ha, localizada em Bela Vista, GO), uma série de estratégias simples e acessíveis para aumentar a produtividade na pecuária de corte, tirando-a do já histórico “atoleiro” das 5@/ha/ano, como Armélio costuma dizer.

Sua meta inicial era produzir 20@/ha/ano ao final do projeto, mas já na primeira safra (2017/2018), passou de 6 para 10 e, na segunda, para 33,98. “Me sinto vitorioso, apesar dos percalços sofridos neste ano, com a alta nos preços dos insumos e a desvalarização do boi gordo, que nos deixou prejuízo”, ressalta o consultor.

Talvez justamente pelo resultado negativo de 2021/2022, o projeto tenha um perfil tão didático. “O maestro de qualquer negócio é o mercado. Não podemos esquecer que o ciclo pecuário tem seus períodos de baixa, mas, se fizermos uma média dos cincos anos, nosso lucro foi superior a R$ 1.000/ha”, reforça.

No último dia de campo do projeto, em 10 de setembro, quando apresentou os resultados parciais da safra 2021/2022, Armélio anunciou, com a sinceridade e a coragem que lhe são habituais, que havia arrendado a Engenho de Serra para a soja. Em meio ao burburinho de espanto do público, alguém não se conteve e afirmou que aquele era um final muito triste para o projeto.

“Na verdade,” – explicou Armélio – “eu estou entrando em uma fase da minha vida em que preciso diminuir o ritmo de trabalho. Com quase 64 anos, ainda assessoro 14 fazendas e rodo 6.000 km/mês. Tive de fazer uma opção. Quero frisar, porém, que o arrendamento não significa o fracasso da pecuária; pode ser uma ferramenta para melhoria da atividade. Além disso, vamos criar gado nos 8 ha que sobraram, além de desenvolver um curso de ensino à distância para produtores, com conteúdo semelhante ao do projeto, e que se chamará ‘Próximos Passos’”.

 

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