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“Tapetes” para os currais

Piso feito com tiras de esteiras de borracha entrelaçadas é menos escorregadio e fácil de limpar, além de confortável para os animais; LEIA a reportagem

Por Renato Villela
Piso de curral feito com esteira emborrachada de mineradora comprada em ferro-velho: um “tapete” bonito de ser ver.

O piso é uma das partes mais delicadas do curral de manejo. Normalmente de chão batido, não costuma resistir à temporada de chuvas. Além do incômodo da lama, requer reposição periódica de terra para que não “afunde” nas partes mais pisoteadas com o passar do tempo.

A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

Foi em 2016, durante sua estadia nos Estados Unidos para estudar os fundamentos do manejo “Nada nas Mãos”, que Adriane se deparou com revestimentos confeccionados com tiras entrelaçadas de pneus. “Visitei muitos currais de confinamento lá que tinham piso concretado, porém revestido com esses borrachões”, diz a veterinária.

De volta ao Brasil, ela passou a recomendá-los às fazendas que assiste. No começo, as tiras eram feitas de pneus descartados de carros e caminhões, mas essa opção foi sendo abandonada aos poucos. “Era muito difícil e trabalhoso cortar as tiras”, conta.

Até que um dia uma das fazendas teve a ideia de usar esteira emborrachada de mineradora, sugestão prontamente acolhida. “Esse material é muito mais fácil de cortar e manusear”, diz.

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Piso de curral feito com esteira emborrachada de mineradora comprada em ferro-velho: um “tapete” bonito de ser ver.

O piso é uma das partes mais delicadas do curral de manejo. Normalmente de chão batido, não costuma resistir à temporada de chuvas. Além do incômodo da lama, requer reposição periódica de terra para que não “afunde” nas partes mais pisoteadas com o passar do tempo.

A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

Foi em 2016, durante sua estadia nos Estados Unidos para estudar os fundamentos do manejo “Nada nas Mãos”, que Adriane se deparou com revestimentos confeccionados com tiras entrelaçadas de pneus. “Visitei muitos currais de confinamento lá que tinham piso concretado, porém revestido com esses borrachões”, diz a veterinária.

De volta ao Brasil, ela passou a recomendá-los às fazendas que assiste. No começo, as tiras eram feitas de pneus descartados de carros e caminhões, mas essa opção foi sendo abandonada aos poucos. “Era muito difícil e trabalhoso cortar as tiras”, conta.

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O piso é uma das partes mais delicadas do curral de manejo. Normalmente de chão batido, não costuma resistir à temporada de chuvas. Além do incômodo da lama, requer reposição periódica de terra para que não “afunde” nas partes mais pisoteadas com o passar do tempo.

A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

Foi em 2016, durante sua estadia nos Estados Unidos para estudar os fundamentos do manejo “Nada nas Mãos”, que Adriane se deparou com revestimentos confeccionados com tiras entrelaçadas de pneus. “Visitei muitos currais de confinamento lá que tinham piso concretado, porém revestido com esses borrachões”, diz a veterinária.

De volta ao Brasil, ela passou a recomendá-los às fazendas que assiste. No começo, as tiras eram feitas de pneus descartados de carros e caminhões, mas essa opção foi sendo abandonada aos poucos. “Era muito difícil e trabalhoso cortar as tiras”, conta.

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A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

Foi em 2016, durante sua estadia nos Estados Unidos para estudar os fundamentos do manejo “Nada nas Mãos”, que Adriane se deparou com revestimentos confeccionados com tiras entrelaçadas de pneus. “Visitei muitos currais de confinamento lá que tinham piso concretado, porém revestido com esses borrachões”, diz a veterinária.

De volta ao Brasil, ela passou a recomendá-los às fazendas que assiste. No começo, as tiras eram feitas de pneus descartados de carros e caminhões, mas essa opção foi sendo abandonada aos poucos. “Era muito difícil e trabalhoso cortar as tiras”, conta.

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De volta ao Brasil, ela passou a recomendá-los às fazendas que assiste. No começo, as tiras eram feitas de pneus descartados de carros e caminhões, mas essa opção foi sendo abandonada aos poucos. “Era muito difícil e trabalhoso cortar as tiras”, conta.

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A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

Foi em 2016, durante sua estadia nos Estados Unidos para estudar os fundamentos do manejo “Nada nas Mãos”, que Adriane se deparou com revestimentos confeccionados com tiras entrelaçadas de pneus. “Visitei muitos currais de confinamento lá que tinham piso concretado, porém revestido com esses borrachões”, diz a veterinária.

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A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

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A concretagem resolve esse problema, mas cria outros graves. Por mais ranhuras que se faça no piso concretado, ele fica escorregadio, elevando os riscos de queda de animais. “Da mesma forma, a superfície abrasiva machuca o casco, abrindo espaço neles para a entrada de microrganismos patogênicos, como os causadores das pododermatites”, explica a veterinária Adriane Zart, consultora da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS.

Foi em 2016, durante sua estadia nos Estados Unidos para estudar os fundamentos do manejo “Nada nas Mãos”, que Adriane se deparou com revestimentos confeccionados com tiras entrelaçadas de pneus. “Visitei muitos currais de confinamento lá que tinham piso concretado, porém revestido com esses borrachões”, diz a veterinária.

De volta ao Brasil, ela passou a recomendá-los às fazendas que assiste. No começo, as tiras eram feitas de pneus descartados de carros e caminhões, mas essa opção foi sendo abandonada aos poucos. “Era muito difícil e trabalhoso cortar as tiras”, conta.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Por Renato Villela
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