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Anuário DBO | Na TIP ou no confinamento tradicional, a intensificação é sustentável

Artigo de Ricardo Andrade Reis, professor titular do Departamento de Zootecnia da Unesp Jaboticabal, compara vantagens das terminações a pasto e tradicional

Por Ricardo Andrade Reis – Professor titular do Departamento de Zootecnia da Unesp Jaboticabal. Colaboraram: Juliana Duarte Messana, William Luiz de Souza e Matheus Mello Silva, da Unesp Jaboticabal.

A terminação de bovinos de corte é caracterizada como a fase final do ciclo produtivo na qual os animais são alimentados com dietas com elevado teor energético, com o intuito de otimizar o ganho de carcaça e a deposição de gordura. Os pecuaristas visam a utilização da técnica para atender às diversas finalidades dentro das fazendas, como maximizar o retorno econômico com o emprego de alimentos com baixa relação custo-benefício ou mesmo assegurar os ganhos obtidos nas fases de aleitamento e recria dos bovinos, com o ajuste das taxas de lotação das áreas de pasto nas diferentes estações do ano, entre outras práticas de manejo.

Neste contexto, é importante salientar que a utilização de coprodutos disponíveis na região onde os animais serão confinados tem efeito expressivo na lucratividade, bem como na sustentabilidade econômica e ambiental dos sistemas de terminação, pois minimiza a competição por alimentos utilizados por seres humanos e animais monogástricos (suínos, aves).

Duas técnicas se destacam atualmente: a terminação intensiva a pasto (TIP) e a terminação em confinamento.

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Por Ricardo Andrade Reis – Professor titular do Departamento de Zootecnia da Unesp Jaboticabal. Colaboraram: Juliana Duarte Messana, William Luiz de Souza e Matheus Mello Silva, da Unesp Jaboticabal.

A terminação de bovinos de corte é caracterizada como a fase final do ciclo produtivo na qual os animais são alimentados com dietas com elevado teor energético, com o intuito de otimizar o ganho de carcaça e a deposição de gordura. Os pecuaristas visam a utilização da técnica para atender às diversas finalidades dentro das fazendas, como maximizar o retorno econômico com o emprego de alimentos com baixa relação custo-benefício ou mesmo assegurar os ganhos obtidos nas fases de aleitamento e recria dos bovinos, com o ajuste das taxas de lotação das áreas de pasto nas diferentes estações do ano, entre outras práticas de manejo.

Neste contexto, é importante salientar que a utilização de coprodutos disponíveis na região onde os animais serão confinados tem efeito expressivo na lucratividade, bem como na sustentabilidade econômica e ambiental dos sistemas de terminação, pois minimiza a competição por alimentos utilizados por seres humanos e animais monogástricos (suínos, aves).

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