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Aftosa: enfim, o status sonhado.

Brasil conquista reconhecimento internacional de livre da doença sem vacinação e se credencia para acessar mercados mais exigentes, sempre de olho na vigilância.

Entrega do certificado de país livre de aftosa sem vacinação ao Brasil, durante reunião da OMSA, em Paris, no dia 29 de maio. Foto: Ascom CNA

Por Renato Villela

O Brasil finalmente conquistou o tão almejado status internacional de “livre de aftosa sem vacinação”. A chancela oficial foi concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em sua reunião anual, realizada dia 29 de maio, em Paris. O reconhecimento coroa uma longa caminhada, que começou em 1992, com a revisão do então Programa Nacional de Controle e Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA). Entre avanços e tropeços, o País erradicou a doença e deu início à retirada gradual da vacinação. A última campanha nos Estados que ainda imunizavam seus rebanhos ocorreu em novembro de 2023.

Presentes em Paris, lideranças do setor comemoraram o anúncio. Gedeão Pereira, vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou a importância dessa conquista, após mais de 30 anos de luta. “Todo o setor de carne terá benefícios. O mercado internacional exige qualidade no fornecimento de alimentos”, disse ele.

Durante a cerimônia, a senadora Tereza Cristina, que ocupou o cargo de ministra da agricultura no governo anterior, agradeceu o esforço dos agentes da cadeia produtiva. “É um dia histórico, de emoção e muita gratidão a todos que participaram desse momento para que tivéssemos o certificado em mãos”.

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Entrega do certificado de país livre de aftosa sem vacinação ao Brasil, durante reunião da OMSA, em Paris, no dia 29 de maio. Foto: Ascom CNA

Por Renato Villela

O Brasil finalmente conquistou o tão almejado status internacional de “livre de aftosa sem vacinação”. A chancela oficial foi concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em sua reunião anual, realizada dia 29 de maio, em Paris. O reconhecimento coroa uma longa caminhada, que começou em 1992, com a revisão do então Programa Nacional de Controle e Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA). Entre avanços e tropeços, o País erradicou a doença e deu início à retirada gradual da vacinação. A última campanha nos Estados que ainda imunizavam seus rebanhos ocorreu em novembro de 2023.

Presentes em Paris, lideranças do setor comemoraram o anúncio. Gedeão Pereira, vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou a importância dessa conquista, após mais de 30 anos de luta. “Todo o setor de carne terá benefícios. O mercado internacional exige qualidade no fornecimento de alimentos”, disse ele.

Durante a cerimônia, a senadora Tereza Cristina, que ocupou o cargo de ministra da agricultura no governo anterior, agradeceu o esforço dos agentes da cadeia produtiva. “É um dia histórico, de emoção e muita gratidão a todos que participaram desse momento para que tivéssemos o certificado em mãos”.

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