Conteúdo Original | Revista DBO

Auditorias do MPF mostram avanço significativo no Programa Carne Legal da Amazônia

Frigoríficos que assinaram o TAC da Carne Legal registraram 96% de regularidade socioambiental em suas operações em seis Estados da Amazônia Legal.

Apresentação do Ministério Público sobre o 2º Ciclo de Auditorias Unificadas, em Belém (PA).

Por Carolina Rodrigues

No dia 14 de maio, o Ministério Público Federal divulgou o resultado do 2º Ciclo Unificado de Auditorias dos frigoríficos que assinaram o TAC (termo de ajustamento de conduta) da Carne. Foram avaliadas 89 empresas em seis Estados da Amazônia Legal, envolvendo mais de 1 milhão de animais adquiridos em 2022.

Os números impressionam, mas também alertam. Enquanto os frigoríficos que assinaram TACs com o Ministério Público Federal (MPF) alcançaram 96% de conformidade socioambiental, as chamadas auditorias automáticas – feitas pelo MPF, com base no cruzamento de dados públicos, como Guias de Trânsito Animal (GTA) e Cadastro Ambiental Rural (CAR), dentre outros – apresentaram irregularidades de 52%.

Em coletiva de imprensa online, realizada dia 14 de maio, o procurador Ricardo Negrini, que integra o GT Amazônia Legal do MPF, explicou que a principal diferença entre os dois sistemas de auditoria (terceirizada e automática) é que, no primeiro caso, as empresas têm condições de apresentar justificativas e documentos que permitem reduzir inconsistências.

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No dia 14 de maio, o Ministério Público Federal divulgou o resultado do 2º Ciclo Unificado de Auditorias dos frigoríficos que assinaram o TAC (termo de ajustamento de conduta) da Carne. Foram avaliadas 89 empresas em seis Estados da Amazônia Legal, envolvendo mais de 1 milhão de animais adquiridos em 2022.

Os números impressionam, mas também alertam. Enquanto os frigoríficos que assinaram TACs com o Ministério Público Federal (MPF) alcançaram 96% de conformidade socioambiental, as chamadas auditorias automáticas – feitas pelo MPF, com base no cruzamento de dados públicos, como Guias de Trânsito Animal (GTA) e Cadastro Ambiental Rural (CAR), dentre outros – apresentaram irregularidades de 52%.

Em coletiva de imprensa online, realizada dia 14 de maio, o procurador Ricardo Negrini, que integra o GT Amazônia Legal do MPF, explicou que a principal diferença entre os dois sistemas de auditoria (terceirizada e automática) é que, no primeiro caso, as empresas têm condições de apresentar justificativas e documentos que permitem reduzir inconsistências.

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