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Programa Carne Angus: certificação de inteiros somente para exportação

Associação Brasileira de Angus e Ultrablack suspende inclusão de machos não castrados em seu programa para o mercado interno. Medida indica avanço rumo à qualidade.

Machos inteiros apresentam maior eficiência alimentar no confinamento e ganham até 1@ a mais do que os castrados.

Por Maristela Franco

Não é mais possível inserir machos inteiros no Programa Carne Angus Certificada para atendimento ao mercado interno. Essa decisão foi tomada pela associação brasileira da raça há dois anos, mas entrou em vigor somente em julho, visando dar tempo à entidade para comunicar os produtores sobre a medida, seja por meio de seus técnicos de campo, seja de frigoríficos parceiros.

“Após avaliar cuidadosamente o mercado de carne premium no País, constatamos uma demanda crescente por padronização, o que é difícil quando se mistura fêmeas com machos inteiros. A disparidade entre esses produtos é muito grande”, explica Maychel Borges, gerente do programa, frisando que a certificação de inteiros continua a valer para a exportação, pois países como a China são menos restritivos do que os consumidores brasileiros.

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Não é mais possível inserir machos inteiros no Programa Carne Angus Certificada para atendimento ao mercado interno. Essa decisão foi tomada pela associação brasileira da raça há dois anos, mas entrou em vigor somente em julho, visando dar tempo à entidade para comunicar os produtores sobre a medida, seja por meio de seus técnicos de campo, seja de frigoríficos parceiros.

“Após avaliar cuidadosamente o mercado de carne premium no País, constatamos uma demanda crescente por padronização, o que é difícil quando se mistura fêmeas com machos inteiros. A disparidade entre esses produtos é muito grande”, explica Maychel Borges, gerente do programa, frisando que a certificação de inteiros continua a valer para a exportação, pois países como a China são menos restritivos do que os consumidores brasileiros.

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