Conteúdo Original | Revista DBO

Carne Bovina: viva o México! Brasil encontra substitutos para os EUA.

Mercado mexicano desponta como protagonista nas exportações de carne bovina.

Por Denis Cardoso

Agosto de 2025, mês do “imposto louco”, marcado pela entrada em vigor da tarifa proibitiva dos Estados Unidos imposta à carne bovina brasileira. Provavelmente será lembrado pelos agentes da cadeia pecuária como o ponto de partida de um processo de redesenho dos fluxos globais de comércio da proteína. Enquanto Donald Trump mantém a decisão de não aliviar o peso das tarifas à nossa carne (até o fechamento desta edição DBO, o imposto seguia em 76,4%), o Brasil continua tendo sucesso nas negociações com outros compradores mundiais da proteína, com destaque para o avanço das vendas para o México e o início das relações comerciais com o Vietnã e a Indonésia.

Com isso, no agosto do “tarifaço” de Trump, os embarques brasileiros de carne bovina in natura atingiram 268.600 toneladas, um recorde histórico para este período (veja tabela).

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Agosto de 2025, mês do “imposto louco”, marcado pela entrada em vigor da tarifa proibitiva dos Estados Unidos imposta à carne bovina brasileira. Provavelmente será lembrado pelos agentes da cadeia pecuária como o ponto de partida de um processo de redesenho dos fluxos globais de comércio da proteína. Enquanto Donald Trump mantém a decisão de não aliviar o peso das tarifas à nossa carne (até o fechamento desta edição DBO, o imposto seguia em 76,4%), o Brasil continua tendo sucesso nas negociações com outros compradores mundiais da proteína, com destaque para o avanço das vendas para o México e o início das relações comerciais com o Vietnã e a Indonésia.

Com isso, no agosto do “tarifaço” de Trump, os embarques brasileiros de carne bovina in natura atingiram 268.600 toneladas, um recorde histórico para este período (veja tabela).

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