Conteúdo: 19/12/2022

Recessão global à frente?

Vento contra à frente, sinal de recessão global a caminho; confira o artigo do zootecnista Danilo Grandini, diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Danilo Grandini

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Head wind ahead. A tradução literal é “vento contrário pela frente”, uma clara analogia ao risco de recessão global no final do próximo ano ou início de 2024. O tema é atual e está associado à conjuntura dos EUA (motor da economia mundial), à inflação e à alta dos juros nas principais economias do planeta.

Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

No setor de carnes norte-americano, por exemplo, essa crise já é sentida de perto pelos frigoríficos, que amargaram margens negativas de US$ 28 por animal abatido, na última semana do mês de novembro, em contraste com lucro de US$ 488 no mesmo período de 2021.

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#SegundaComCarne | Assado de tira, a “azeitona” do churrasco

Joana Angélica e Aline Marinho, fundadoras do “Churrasdelas”, ensinam as técnicas de preparo desse corte apreciado pelos ‘hermanos’ argentinos e uruguaios

Joana Angélica e Aline Marinho. (Foto: Nelson Miranda)

Por Joana Angélica e Aline Marinho – Fundadoras do “Churrasdelas”, que realiza cursos e outros eventos, além de participar dos maiores festivais de carnes do Brasil. São juízas internacionais de BBQ e estão entre as primeiras mulheres pitmasters (especialistas em defumação de carne).

Nós, brasileiros, estamos acostumados a apreciar o sabor e a textura da costela bovina após uma cocção lenta, seja no fogo de chão, defumada no pitsmoker, embrulhada em papel alumínio, seja na churrasqueira, no forno ou até mesmo na panela de pressão. Já nossos hermanos argentinos e uruguaios encontraram um jeito diferente e bem mais rápido de prepará-la: é o assado de tira, um corte transversal que pode ser obtido tanto da costela do dianteiro quanto da costela do traseiro.

Qual a diferença entre as duas? Da parte dianteira, extrai-se a porção entre a primeira e a quinta costelas do animal. Alguns especialistas desprezam a primeira costela e assumem a sexta, para obter maior proporção de carne. Isso, porém, implica alteração nos procedimentos dentro da linha de desossa do frigorífico, o que acaba tornando o corte mais caro.

No sentido dos ossos, a costela do dianteiro termina exatamente onde começa o acém, podendo ser um pouco mais aprofundada, alcançando o músculo do Denver (Serratus ventralis), o que também proporciona maior quantidade de carne. Já a costela do traseiro é composta por oito ossos (do 6º ao 13º). Retirando-se a “minga” (ou “rojão”) – que possui maior quantidade de cartilagem –, temos, além da carne próxima ao osso, outra mais firme, denominada “capa do assado”.

Tradicionalmente, o assado de tira mais consumido é o proveniente da costela “janela” do traseiro. Para sua obtenção, serramos a peça transversalmente ao osso numa espessura média de 2,5 cm. Por possuir rica vascularização e maior quantidade de gordura (entremeada ou não), sua carne tem sabor acentuado. Quanto à textura, a parte mais próxima do osso é a mais macia, enquanto a mais distante é mais rígida.

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