Self-service para bovinos avança como estratégia de suplementação na seca
Versátil e econômico, o sistema de autoconsumo ou self-service tem se consolidado como estratégia de suplementação no período de transição da seca para as águas.
Linha de feno para autoconsumo dos animais na Fazenda Boa Esperança, em Paraíso do Tocantins.
Por Renato Villela
O sistema de autoconsumo, também conhecido como self-service para bovinos, vem ganhando espaço em diferentes regiões do Brasil como alternativa para enfrentar os desafios nutricionais da transição da seca para as águas. Com baixo custo operacional, menor demanda por mão de obra e necessidade reduzida de infraestrutura, a estratégia tem despertado o interesse de produtores que buscam intensificar a produção sem elevar significativamente os gastos da fazenda.
Amplamente utilizado em países vizinhos como Argentina, Paraguai e Bolívia, o modelo permite que os animais tenham acesso controlado a volumosos como silagem, feno e pré-secado, favorecendo categorias distintas, desde bezerras de reposição até bovinos em terminação. Além da versatilidade, experiências em fazendas do Tocantins, Mato Grosso e Pará mostram que o sistema pode contribuir para melhorar o desempenho animal e otimizar a logística de manejo.
Na reportagem completa, você confere como funciona o sistema de autoconsumo na prática, os cuidados necessários para sua implantação, os resultados obtidos por propriedades que adotaram a estratégia e por que o self-service para bovinos vem avançando como alternativa de suplementação na seca.
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Linha de feno para autoconsumo dos animais na Fazenda Boa Esperança, em Paraíso do Tocantins.
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O sistema de autoconsumo, também conhecido como self-service para bovinos, vem ganhando espaço em diferentes regiões do Brasil como alternativa para enfrentar os desafios nutricionais da transição da seca para as águas. Com baixo custo operacional, menor demanda por mão de obra e necessidade reduzida de infraestrutura, a estratégia tem despertado o interesse de produtores que buscam intensificar a produção sem elevar significativamente os gastos da fazenda.
Amplamente utilizado em países vizinhos como Argentina, Paraguai e Bolívia, o modelo permite que os animais tenham acesso controlado a volumosos como silagem, feno e pré-secado, favorecendo categorias distintas, desde bezerras de reposição até bovinos em terminação. Além da versatilidade, experiências em fazendas do Tocantins, Mato Grosso e Pará mostram que o sistema pode contribuir para melhorar o desempenho animal e otimizar a logística de manejo.
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