
Por Demétrio Costa

Por Demétrio CostaTema permanente de reportagens da DBO e várias vezes capa de edições, a primeira delas em agosto de 2002 quando apresentamos o método de manejo sem estresse da norte-americana Temple Grandin, o Bem-Estar Animal virou nosso Especial do mês em setembro.
A série de reportagens começa com a matéria de capa, da editora Maristela Franco, mostrando o quanto pode ser feito para melhorar o ambiente e os diferentes manejos para os animais em instalações desafiadoras como as de um confinamento. Com o título “Bois também gostam de brincar” a reportagem exibe bovinos se coçando em pneus e escovões, mas as ações vão muito além no Programa de Bem-Estar Animal da MFG Agropecuária, empresa que liderou o ranking TOP 20 de Confinadores da DBO, com 261.097 cabeças confinadas em suas oito unidades no ano passado. Baseado no protocolo internacional Welfare Quality, que teve contribuições de 46 instituições de pesquisa de 17 países, o programa da MFG contempla avaliações com indicadores pré-definidos nas áreas de nutrição, saúde, ambiente e comportamento.
A MFG, do empresário Marcos Molina, sócio fundador da Marfrig, tem histórico de pioneirismo na área de bem-estar, a começar pela adoção do “Manejo Nada nas Mãos”, em 2007. “Investir no bem-estar animal está no nosso DNA”, afirma Vagner Lopes, gerente corporativo sênior de confinamento da MFG, destacando que essa diretriz foi trazida da indústria pelo próprio Molina, “inclusive porque o bom manejo está associado à produtividade e à qualidade da carne.”
Entre outras matérias, o Especial também destaca como a preocupação com o bem-estar se difundiu nos manejos de fazenda, no repensar de instalações como as áreas de apoio dos currais, no cuidado com os bezerros recém-nascidos e no atual movimento pela redução das marcações a fogo.
Dos demais conteúdos da edição, a cobertura do 4º BeefDay, da Apta-Colina, traz as lições aprendidas nos 20 anos de evolução da TIP, a terminação intensiva a pasto. Ante mais de 2.500 inscritos para o evento, o diretor da unidade, Flávio Dutra, disse que era difícil expressar a alegria de ver tantos produtores em busca da tecnologia. “Para quem nunca adotou, meu conselho é: comece aos poucos, vá aprendendo, porque a possibilidade de incremento de produtividade é muito grande.”
Boa leitura e até outubro com o Especial Genética e Reprodução, que habitualmente publicávamos em setembro.
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Por Demétrio CostaTema permanente de reportagens da DBO e várias vezes capa de edições, a primeira delas em agosto de 2002 quando apresentamos o método de manejo sem estresse da norte-americana Temple Grandin, o Bem-Estar Animal virou nosso Especial do mês em setembro.
A série de reportagens começa com a matéria de capa, da editora Maristela Franco, mostrando o quanto pode ser feito para melhorar o ambiente e os diferentes manejos para os animais em instalações desafiadoras como as de um confinamento. Com o título “Bois também gostam de brincar” a reportagem exibe bovinos se coçando em pneus e escovões, mas as ações vão muito além no Programa de Bem-Estar Animal da MFG Agropecuária, empresa que liderou o ranking TOP 20 de Confinadores da DBO, com 261.097 cabeças confinadas em suas oito unidades no ano passado. Baseado no protocolo internacional Welfare Quality, que teve contribuições de 46 instituições de pesquisa de 17 países, o programa da MFG contempla avaliações com indicadores pré-definidos nas áreas de nutrição, saúde, ambiente e comportamento.
A MFG, do empresário Marcos Molina, sócio fundador da Marfrig, tem histórico de pioneirismo na área de bem-estar, a começar pela adoção do “Manejo Nada nas Mãos”, em 2007. “Investir no bem-estar animal está no nosso DNA”, afirma Vagner Lopes, gerente corporativo sênior de confinamento da MFG, destacando que essa diretriz foi trazida da indústria pelo próprio Molina, “inclusive porque o bom manejo está associado à produtividade e à qualidade da carne.”
Entre outras matérias, o Especial também destaca como a preocupação com o bem-estar se difundiu nos manejos de fazenda, no repensar de instalações como as áreas de apoio dos currais, no cuidado com os bezerros recém-nascidos e no atual movimento pela redução das marcações a fogo.
Dos demais conteúdos da edição, a cobertura do 4º BeefDay, da Apta-Colina, traz as lições aprendidas nos 20 anos de evolução da TIP, a terminação intensiva a pasto. Ante mais de 2.500 inscritos para o evento, o diretor da unidade, Flávio Dutra, disse que era difícil expressar a alegria de ver tantos produtores em busca da tecnologia. “Para quem nunca adotou, meu conselho é: comece aos poucos, vá aprendendo, porque a possibilidade de incremento de produtividade é muito grande.”
Boa leitura e até outubro com o Especial Genética e Reprodução, que habitualmente publicávamos em setembro.
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