Foi há 46 anos, ainda na faculdade, que o zootecnista e professor Jaime Tarouco percebeu que trabalhar com carcaça era o futuro. E agora, é ele que fala para a repórter Carolina Rodrigues sobre a revolução dessa tecnologia na pecuária nacional.
No início dos anos 2000, época em que os profissionais especializados em ultrassonografia de carcaça podiam ser contados nos dedos das mãos, o zootecnista e professor Jaime Tarouco estampou as páginas de DBO em diferentes momentos. Ele foi o primeiro a juntar análise de carcaça de animais vivos por ultrassom com avaliação visual e dados de desempenho, em busca de um índice que unificasse esse conjunto.
Também foi um propagador da ultrassonografia de carcaça País afora, sempre defendendo a correta formação, treinamento e reciclagem dos profissionais. Tarouco sabia do que estava falando: foi o primeiro técnico brasileiro credenciado nos Estados Unidos em 1993 e, em 1996, trouxe todo o staff norte-americano para capacitar profissionais em território nacional, em parceria com as Universidades do Missouri, do Texas e de Iowa.
Ao longo de três décadas, Tarouco viu a tecnologia superar obstáculos, vencer resistências e entrar no cotidiano de programas de melhoramento. Foi testemunha ocular e agente transformador da história.
Atuou em 200 propriedades dentro e fora do País, com mais 20 raças diferentes (taurinas, zebuínas e sintéticas), e ajudou a formar 150 profissionais no Centro de Avaliação em Ultrassonografia de Carcaça da Estação Experimental da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde é professor do Departamento de Zootecnia e chefe do setor de gado de corte.
Lá, gerencia um rebanho de 800 cabeças Brangus, com as quais pretende fazer algo inédito e bastante desafiador no Brasil: usar a elastografia associada ao ultrassom para estimar a maciez da carne in vivo, assunto polêmico no setor. Veja, a seguir, entrevista realizada pela repórter Carolina Rodrigues.
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No início dos anos 2000, época em que os profissionais especializados em ultrassonografia de carcaça podiam ser contados nos dedos das mãos, o zootecnista e professor Jaime Tarouco estampou as páginas de DBO em diferentes momentos. Ele foi o primeiro a juntar análise de carcaça de animais vivos por ultrassom com avaliação visual e dados de desempenho, em busca de um índice que unificasse esse conjunto.
Também foi um propagador da ultrassonografia de carcaça País afora, sempre defendendo a correta formação, treinamento e reciclagem dos profissionais. Tarouco sabia do que estava falando: foi o primeiro técnico brasileiro credenciado nos Estados Unidos em 1993 e, em 1996, trouxe todo o staff norte-americano para capacitar profissionais em território nacional, em parceria com as Universidades do Missouri, do Texas e de Iowa.
Ao longo de três décadas, Tarouco viu a tecnologia superar obstáculos, vencer resistências e entrar no cotidiano de programas de melhoramento. Foi testemunha ocular e agente transformador da história.
Atuou em 200 propriedades dentro e fora do País, com mais 20 raças diferentes (taurinas, zebuínas e sintéticas), e ajudou a formar 150 profissionais no Centro de Avaliação em Ultrassonografia de Carcaça da Estação Experimental da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde é professor do Departamento de Zootecnia e chefe do setor de gado de corte.
Lá, gerencia um rebanho de 800 cabeças Brangus, com as quais pretende fazer algo inédito e bastante desafiador no Brasil: usar a elastografia associada ao ultrassom para estimar a maciez da carne in vivo, assunto polêmico no setor. Veja, a seguir, entrevista realizada pela repórter Carolina Rodrigues.