Conteúdo Original | Revista DBO

Inimigos ocultos que roubam produtividade e lucro na pecuária

Artigo do médico-veterinário José Zambrano destaca o papel chave do planejamento sanitário no sucesso das fazendas

Por José Zambrano – Médico veterinário com mestrado e doutorado em clínica de ruminantes, atualmente diretor comercial da Consultoria SARE (Sanidade de Rebanhos)

Como bem disse Mario Perez Wilson, em sua obra Seis Sigma, o objetivo de qualquer negócio é gerar lucro. Em fazendas de gado de corte, não é diferente. Juntamente com a nutrição, melhoramento genético e reprodução, práticas adequadas de sanidade de rebanhos são fundamentais para garantir a eficiência bioeconômica em rebanhos de corte, contribuindo para melhorias de desempenho em todas as fases do ciclo produtivo, desde o nascimento até a terminação dos animais.

A taxa de mortalidade – frequentemente usada como indicador único para avaliar a eficiência sanitária de rebanhos de corte – pode levar a interpretações equivocadas. Embora este parâmetro seja relevante, outros indicadores têm potencial maior para comprometer os resultados zootécnicos e, consequentemente, econômicos. Doenças subclínicas, por exemplo, que se expressam de maneira silenciosa, imperceptível ao olhar menos atento, causam prejuízos muito, mas muito mais expressivos do que a mortalidade em rebanhos. Comprometem grande número de animais, causando perdas de desempenho relevantes.

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Como bem disse Mario Perez Wilson, em sua obra Seis Sigma, o objetivo de qualquer negócio é gerar lucro. Em fazendas de gado de corte, não é diferente. Juntamente com a nutrição, melhoramento genético e reprodução, práticas adequadas de sanidade de rebanhos são fundamentais para garantir a eficiência bioeconômica em rebanhos de corte, contribuindo para melhorias de desempenho em todas as fases do ciclo produtivo, desde o nascimento até a terminação dos animais.

A taxa de mortalidade – frequentemente usada como indicador único para avaliar a eficiência sanitária de rebanhos de corte – pode levar a interpretações equivocadas. Embora este parâmetro seja relevante, outros indicadores têm potencial maior para comprometer os resultados zootécnicos e, consequentemente, econômicos. Doenças subclínicas, por exemplo, que se expressam de maneira silenciosa, imperceptível ao olhar menos atento, causam prejuízos muito, mas muito mais expressivos do que a mortalidade em rebanhos. Comprometem grande número de animais, causando perdas de desempenho relevantes.

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