Conteúdo Original | Revista DBO

Assuma as rédeas do controle parasitário na sua fazenda

O controle estratégico de parasitas sempre foi um dos pilares fundamentais para a produtividade da pecuária de corte. No entanto, essa missão se tornou ainda mais desafiadora nos últimos anos devido a um tripé de fatores que impactou a rotina sanitária nas fazendas e que está impondo aos produtores a necessidade de um novo olhar sobre a gestão dos seus rebanhos.

O primeiro desafio é fim da vacinação contra a febre aftosa, que sempre funcionou como um marco para a realização de outros protocolos.
Com essa mudança, houve uma notória alteração no calendário sanitário das fazendas, impactando na procura de antiparasitários no ano passado.

“Agora, cada pecuarista precisa encontrar o melhor momento para controlar os parasitas na sua propriedade, levando em conta as especificidades climáticas e epidemiológicas da sua região”, observa o gerente de Marketing e Técnico de Grandes Animais da Boehringer Ingelheim, Roulber Silva. “Algumas regiões estão vivenciando seu primeiro ciclo sem vacinação e ainda estão se adaptando.”

Outro fator determinante é o preço da arroba bovina. Durante grande parte de 2024, os valores ainda estavam bastante baixos, o que levou muitos pecuaristas a reduzirem investimentos em sanidade, embora esse desembolso represente menos de 3% do custo total da produção.

“Apesar da recente valorização da arroba, ainda há uma defasagem a ser corrigida nessa área”, alerta o especialista.

“O pecuarista precisa enxergar a sanidade como um investimento e não como uma despesa. Economizar nessa frente pode gerar perdas significativas em produção. Sanidade é um fator garantidor para que o rebanho expresse todo seu potencial.”

O terceiro ponto crítico é o clima, pois períodos prolongados de seca, seguidos por chuvas tardias, afetam o ciclo dos parasitas e comprometem a definição de calendários fixos de controle. Se esse cenário persistir, ele demandará uma observação muito apurada e assistência técnica para que o produtor consiga identificar os períodos certos para realizar o controle de parasitas. “Hoje, estamos vendo muitos pecuaristas apenas ‘apagando incêndio’ em relação ao controle de parasitas”, conta Silva. Esse último verão foi extremamente quente, o que favoreceu a proliferação de carrapatos. O ideal, por exemplo, seria ter iniciado o controle ainda na primavera, evitando infestações severas.”

Farmácia segura contra os parasitas

A Boehringer Ingelheim possui tradicionais soluções, com amplo reconhecimento no campo, para o controle dos parasitas internos e externos.

 

Ivomec Gold (Ivermectina 3,15%): solução de ação prolongada para a verminose, principalmente em categorias mais suscetíveis, como os bezerros e animais de cria.

 

 

 

Ivomec Injetável (Ivermectina 1,0%): parasiticida de ação rápida, ideal para superar desafios parasitários, como as bicheiras do umbigo de bezerros recém-nascidos.

 

 

 

Topline Pour On (Fipronil 1,0%): carrapaticida e inseticida para combater os principais parasitas externos do gado de corte, como carrapatos, moscas-dos-chifres, bicheiras, bernes e piolhos.

 

 

 

Topline Spray (Fipronil + Sulfadiazina de Prata): poderoso matabicheira prateado que é larvicida, cicatrizante e antimicrobiano.

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