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Brasil desafia liderança dos EUA na produção de carne

Hegemonia do maior produtor mundial de carne bovina poderá ser desafiada em 2025, e pelo Brasil; LEIA o artigo do zootecnista Danilo Grandini

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health.

A produção de carne segue uma matemática bem simples: cabeças abatidas versus peso ao abate. Com esta fórmula em mente, os Estados Unidos, durante os últimos 48 anos, viram seu rebanho decrescer de cerca de 130 milhões de cabeças em 1976 para 87,2 milhões em 2024 (figura 1). Não tiveram outra saída a não ser investir no melhoramento genético do rebanho com foco em maior estrutura corporal (frame) e reforçar seu pacote tecnológico com aditivos, implantes, vacinas, manejo, protocolos sanitários, equipamentos e formulações.

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A produção de carne segue uma matemática bem simples: cabeças abatidas versus peso ao abate. Com esta fórmula em mente, os Estados Unidos, durante os últimos 48 anos, viram seu rebanho decrescer de cerca de 130 milhões de cabeças em 1976 para 87,2 milhões em 2024 (figura 1). Não tiveram outra saída a não ser investir no melhoramento genético do rebanho com foco em maior estrutura corporal (frame) e reforçar seu pacote tecnológico com aditivos, implantes, vacinas, manejo, protocolos sanitários, equipamentos e formulações.

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