Conteúdo Original | Revista DBO

Estratégias de intensificação de pastagens – Parte 2

Em sua coluna, o zootecnista Adilson Aguiar explica por que as tecnologias de processo são o primeiro passo para intensificar a produção animal a pasto

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Na edição de setembro escrevi a primeira parte de uma sequência de textos sobre o tema que intitula este artigo, o mesmo de uma palestra que apresentei para um público de mais de 800 pessoas no 6º Fórum de Pecuária de Corte promovido pelo Rehagro, nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, em Salvador (BA). Meu objetivo aqui é apresentar um resumo dos principais tópicos dessa minha apresentação e compartilhar com o leitor da DBO as minhas considerações.

Antes de iniciar a parte 2, considero importante fazer um resumo da parte 1. Nela, expliquei como calcular a produtividade da pastagem, citei os fatores condicionantes da produtividade, tanto do desempenho animal quanto da taxa de lotação; chamei a atenção do leitor para a complexa composição do indicador produtividade de pastagens; citei os fatores que impulsionam e continuarão impulsionando a intensificação da produção animal a pasto; finalmente, mencionei o “princípio da substituição da terra” aplicado aos sistemas de produção em pastagens e analisei se é economicamente viável intensificar a produção animal a pasto.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Na edição de setembro escrevi a primeira parte de uma sequência de textos sobre o tema que intitula este artigo, o mesmo de uma palestra que apresentei para um público de mais de 800 pessoas no 6º Fórum de Pecuária de Corte promovido pelo Rehagro, nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, em Salvador (BA). Meu objetivo aqui é apresentar um resumo dos principais tópicos dessa minha apresentação e compartilhar com o leitor da DBO as minhas considerações.

Antes de iniciar a parte 2, considero importante fazer um resumo da parte 1. Nela, expliquei como calcular a produtividade da pastagem, citei os fatores condicionantes da produtividade, tanto do desempenho animal quanto da taxa de lotação; chamei a atenção do leitor para a complexa composição do indicador produtividade de pastagens; citei os fatores que impulsionam e continuarão impulsionando a intensificação da produção animal a pasto; finalmente, mencionei o “princípio da substituição da terra” aplicado aos sistemas de produção em pastagens e analisei se é economicamente viável intensificar a produção animal a pasto.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Continue depois da publicidade
Compartilhe: