Conteúdo: 8/11/2022

Manejo preventivo garante vida longa ao pasto

O conceito, defendido por número crescente de pesquisadores e consultores, ajuda produtor a reduzir frequência de reforma dos pastos, cujos custos estão cada vez mais altos

Por Renato Villela

Há uma mudança em curso na pecuária brasileira. Se antes a reforma de pasto era prática corriqueira em muitas fazendas do País, hoje a máxima é prevenir. Com a escalada dos preços dos corretivos e fertilizantes nos últimos três anos (incremento de 103,3% no calcário e 307,1%, no MAP, por exemplo), somando-se aos custos operacionais já pressionados pela alta do óleo diesel, o pecuarista tem sido forçado a encarar sua pastagem de modo diferente. A exemplo do agricultor, que não desgruda os olhos da lavoura, ele está aprendendo a prevenir a degradação. Cresce o número de pastos longevos, que continuam altamente produtivos após 20 ou 30 anos de exploração.

Um grande defensor do chamado “manejo preventivo de pastagens” é o pesquisador Moacyr Bernardino Dias Filho, da Embrapa Amazônia Oriental, com sede em Belém (PA). “O pecuarista começa a se conscientizar de que é necessário estar sempre um passo à frente dos problemas. O manejo preventivo, além de simples, é uma estratégia muito eficaz para manter a pastagem em boas condições, reduzindo custos com reforma”, justifica.

Segundo ele, cerca de 20% a 30% dos produtores da Amazônia já adotaram o conceito, que também se propaga por outras regiões do País. Levantamento da Scot Consultoria, com sede em Bebedouro (SP), confirma que o índice de degradação severa das pastagens vem diminuindo nos últimos anos (veja gráfico abaixo).

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Pasto de 30 anos em plena forma

Fazenda Capivara, no oeste paulista, explora a pastagem de forma super intensiva, em sistema rotacionado de alta lotação, mas sempre fazendo manejo preventivo

Lote de vacas com cria no rotacionado da Fazenda Capivara: rebrota vigorosa com as primeiras chuvas.

Por Renato Villela

A Fazenda Capivara, localizada no município de Piacatu, no oeste paulista, tem um desses pastos longevos que comprovam a eficiência do manejo preventivo. Formada há quase 30 anos, a área nunca foi reformada, porque o dono da propriedade, Daniel Arthur Baumgartner, explora a pastagem de forma super intensiva, em sistema rotacionado de alta lotação (entre 8 e 12 UA/ha nas águas), mas sempre fazendo manejo preventivo.

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+ Manejo preventivo garante vida longa ao pasto
+Sem chance para o “capeta”

Pasto longevo e altamente produtivo exige pressão de pastejo variável em função da estação do ano; monitoramento da fertilidade do solo e adubações de manutenção (para máxima produção de massa forrageira), além do controle de pragas e invasoras no momento recomendado.

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Sem chance para o “capeta”

Pecuarista cria equipe “volante” para percorrer, rotineiramente, os pastos em busca da invasora, que atualmente já é considerada a pior praga das pastagens no Brasil

Bois descansam sobre a sombra de árvores na Fazenda Madressilva.

Por Renato Villela

Adepta do manejo preventivo, a Fazenda Madressilva, localizada no Distrito de Benfica, município de Benevides, na Grande Belém (PA), é citada pelo pesquisador Moacyr Dias, da Embrapa Amazônia Oriental, como exemplo bem-sucedido da metodologia preventiva proposta para a região. Dedicada à recria/engorda, a propriedade tem 500 ha de pastagens, que foram formadas há 20 anos, logo após seu proprietário, o pecuarista Ubiratan Lessa Novelino Filho, ter adquirido a área, que totaliza 974 ha.

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“Nunca precisei reformar um único piquete”, orgulha-se Ubiratan. “Fazenda é manejo”, repete, antes de enumerar os cuidados que adota para garantir a longevidade do pasto. Uma das principais medidas preventivas é o combate impiedoso ao capim capeta (Sporobolus indicus). Ele criou uma equipe “volante” para percorrer, rotineiramente, os pastos em busca da invasora, que atualmente já é considerada, por muitos pesquisadores, a pior praga das pastagens no Brasil.

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