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Régua do carrapato indica diferença entre raças

Lançada pela Embrapa, ferramenta expõe o tamanho do problema para cada grupo racial

A identificação do parasita e de sua resistência aos acaracidas garantem melhor controle.

Por Ariosto Mesquita

A “régua do carrapato”, lançada pela Embrapa em 2022, está sendo indicada como ferramenta de manejo nas fazendas, já que permite visualizar a sensibilidade das raças bovinas ao parasita. Concebida como uma representação visual, a régua tem como referência (limiar econômico) uma infestação de 40 carrapatos por animal/ano.

Abaixo disso, o animal é pouco afetado; acima, o produtor começa a ter prejuízos. Animais Nelore (zebuínos) registram, em média, 15 parasitos/cab/ano, ante 102 dos Brangus, por exemplo. Um estudo realizado por Renato Andreotti, Jacqueline Cavalcante Barros, Marcos Valério Garcia e Maria Paula Calvano (todos pesquisadores da Embrapa Gado de Corte) mostrou que, os Nelore perdem, em média, 0,18% do peso vivo (PV) na engorda e 0,95% na recria, ante 1,16% e de 6,79% do PV, respectivamente, nos Brangus.

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