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Refugo de cocho: como identificar e tratar

Além de comprometer o ganho de peso, a rejeição à dieta de confinamento torna os animais mais suscetíveis a contrair doenças oportunistas, como a pneumonia.

Animais magros por não comerem a dieta de engorda.

Por Renato Villela

Fator de perda de desempenho e predisposição para infecções oportunistas, o refugo de cocho é um distúrbio comportamental com inúmeras causas. Dificuldades de adaptação, problemas de infraestrutura, erros na composição e no tamanho dos lotes podem levar os bovinos a recusar a dieta fornecida.

O tratamento é simples, mas o diagnóstico deve ser feito com cuidado, para não se confundir a rejeição de cocho com outros males e medicar desnecessariamente os animais. Segundo o veterinário Márcio San Miguel Marcello, da Foco Consultoria, de Araxá (MG), animais pouco manejados costumam sofrer mais para se adaptar à engorda intensiva. “A transição do pasto para o confinamento gera um estresse muito grande”, afirma.

Para o veterinário, esse é um dos fatores de predisposição ao refugo de cocho. “Quando se fecha uma boiada mais erada, muitos indivíduos correm assustados para o fundo da baia na hora que o caminhão chega para distribuir a ração. Alguns não se adaptam à rotina de fornecimento da dieta”, relata.

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