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Quando a silagem faz mal!

Nunca os bovinos comeram tanta silagem, mas às vezes dá errado; LEIA o artigo do professor titular da FMVZ-USP e colunista da Revista DBO, Enrico Ortolani

Cuidado com a vedação do silo é fundamental para evitar contaminação por bactérias do gênero Clostridium.

Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)

Parafraseando um político brasileiro, eu diria: “Nunca antes na história deste país, tantos bovinos de corte comeram silagem como agora”. Estimo que cerca de 12% das reses brasileiras ingerem esse alimento, em alguma fase da vida. Segundo dados recentes, cerca de 70% dos confinamentos incluem silagem de milho, sorgo, cana ou capim em suas dietas.

Nos últimos anos, também cresceu muito o uso de silagem nas chamadas “dietas do sequestro” para vacas com cria ao pé, “precocinhas” e animais de recria. Para a maioria, a silagem é um santo alimento, mas de vez em quando o caldo entorna e alguns problemas de saúde surgem. Vamos explicá-los “Tim-tim por Tim-tim”!

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