Conteúdo Original | Revista DBO

Papel dos aditivos na pecuária de corte moderna

Ferramentas-chave da nutrição moderna, aditivos elevam eficiência, desempenho e exigem uso técnico criterioso na pecuária de corte.

Por Pedro Veiga Rodrigues Paulino – Consultor Global de Serviços Técnicos para Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal. 

A pecuária de corte brasileira tem evoluído significativamente nos últimos anos, buscando atender demandas de mercado cada vez mais exigentes e tentando se equilibrar diante de cenários imprevisíveis e voláteis, seja no que se refere aos preços dos insumos usados na produção, seja em relação à cotação do boi gordo.

Nas últimas duas décadas, o peso de carcaça médio de um animal macho não castrado passou de 16,99 para 19,68@, uma evolução brutal, capitaneada por melhorias na nutrição, genética, sanidade e gestão dos sistemas produtivos. Dados da indústria frigorífica brasileira mostram que 84% dos machos abatidos no ano passado tinham até 4 dentes incisivos permanentes, ou seja, abaixo de 30 meses de idade. Sem dúvida nenhuma, melhorias no manejo nutricional foram essenciais para se atingir esse patamar de produção.

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A pecuária de corte brasileira tem evoluído significativamente nos últimos anos, buscando atender demandas de mercado cada vez mais exigentes e tentando se equilibrar diante de cenários imprevisíveis e voláteis, seja no que se refere aos preços dos insumos usados na produção, seja em relação à cotação do boi gordo.

Nas últimas duas décadas, o peso de carcaça médio de um animal macho não castrado passou de 16,99 para 19,68@, uma evolução brutal, capitaneada por melhorias na nutrição, genética, sanidade e gestão dos sistemas produtivos. Dados da indústria frigorífica brasileira mostram que 84% dos machos abatidos no ano passado tinham até 4 dentes incisivos permanentes, ou seja, abaixo de 30 meses de idade. Sem dúvida nenhuma, melhorias no manejo nutricional foram essenciais para se atingir esse patamar de produção.

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