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Os piores e os melhores consultores: lições de 25 anos dentro da porteira

Em sua coluna, o zootecnista Antônio Chaker, coordenador do Instituto Inttegra, compartilha aprendizados de 25 anos de experiência e mostra quais perfis de consultores ajudam ou atrapalham a evolução da fazenda.

Antônio Chaker – Zootecnista e coordenador do Instituto de Métricas Agropecuárias (Inttegra)

Ao longo de 25 anos vivendo intensamente o mundo da consultoria, contratando e, principalmente, prestando serviços, percebi algo importante: existem perfis de consultores que fazem a fazenda prosperar e outros que, infelizmente, pouco acrescentam ou até atrapalham. Falo aqui com dois públicos leitores da DBO: os pecuaristas, que precisam escolher com cuidado quem os acompanha, e os colegas consultores, que devem refletir sobre a forma como atuam. Afinal, escolher (ou ser) um bom consultor é uma decisão estratégica. Ele não apenas orienta processos, mas também influencia a cultura, o foco e a visão de futuro da propriedade.

Neste artigo, quero compartilhar os três perfis que menos ajudam no progresso de uma fazenda e, principalmente, mostrar o que realmente diferencia um consultor que promove evolução.

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Ao longo de 25 anos vivendo intensamente o mundo da consultoria, contratando e, principalmente, prestando serviços, percebi algo importante: existem perfis de consultores que fazem a fazenda prosperar e outros que, infelizmente, pouco acrescentam ou até atrapalham. Falo aqui com dois públicos leitores da DBO: os pecuaristas, que precisam escolher com cuidado quem os acompanha, e os colegas consultores, que devem refletir sobre a forma como atuam. Afinal, escolher (ou ser) um bom consultor é uma decisão estratégica. Ele não apenas orienta processos, mas também influencia a cultura, o foco e a visão de futuro da propriedade.

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