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Nossos assuntos | O que mais o Top 20 revela sobre os confinamentos

Por Demétrio Costa

O terceiro levantamento exclusivo da DBO sobre os 20 maiores confinadores do Brasil ratifica o quanto esta atividade avançou em profissionalismo da operação e gestão de risco e segue crescendo, indiferente à situação de mercado. Em 2023, os Top 20 confinaram 1,987 milhão de cabeças, 3,46% a mais que em 2022, com o detalhe importante de que 68,75 dos que estavam na lista de 2022 se mantiveram na atual.

Bicampeã do ranking, a MFG, do empresário Marcos Molina, sócio fundador da Marfrig, fechou 2023 com 261 mil animais confinados em suas seis unidades distribuídas por SP, MS e MT. A segunda posição coube à JBS, que não havia divulgado seus dados no levantamento anterior, e agora confirmou 234 mil cabeças confinadas. A grande ausente do ranking deste ano foi a JBJ, segunda no ano passado, com 169 mil cabeças e que preferiu não informar seus números relativos a 2023.

O total apurado com os 20 maiores confinamentos corresponde a quase 30% dos 7 milhões de animais terminados no cocho no ano. Os questionários encaminhados por DBO também trouxeram informações importantes sobre o atual estágio das operações. A líder MFG aponta, por exemplo, que todas as suas operações de trato já estão automatizadas, enquanto a vice-líder JBS informa que avança rapidamente na mesma direção.

Dos Top 20, apenas 5 não atuam também como prestadores de serviço. A gestão de risco é adotada por 75% dos ranqueados, ao mesmo tempo que 100% se declaram seguidores de boas práticas de bem-estar animal e sustentabilidade.

Outro dado significativo recolhido na pesquisa para definição do ranking veio da projeção dos confinadores para este ano. A se confirmarem os dados, o grupo poderá fechar 2024 com mais de 2,3 milhões de animais confinados, evolução atribuída à melhoria nas condições de mercado e rentabilidade para o confinador.

O Top 20 Confinadores, apresentado em análise da editora Maristela Franco, abre mais um Especial Confinamento da DBO de agosto, que traz, entre outras reportagens, o crescimento da presença feminina na liderança de operações; a importância de associar a leitura de cocho ao comportamento dos animais; a solução do piso de solo-cimento e a projeção favorável de Rogério Coan para os resultados do segundo giro de engorda. Confira nosso Especial e todo o conteúdo restante do que acontece e movimenta nossa pecuária. Boa leitura.

demetrio@revistadbo.com.br

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O terceiro levantamento exclusivo da DBO sobre os 20 maiores confinadores do Brasil ratifica o quanto esta atividade avançou em profissionalismo da operação e gestão de risco e segue crescendo, indiferente à situação de mercado. Em 2023, os Top 20 confinaram 1,987 milhão de cabeças, 3,46% a mais que em 2022, com o detalhe importante de que 68,75 dos que estavam na lista de 2022 se mantiveram na atual.

Bicampeã do ranking, a MFG, do empresário Marcos Molina, sócio fundador da Marfrig, fechou 2023 com 261 mil animais confinados em suas seis unidades distribuídas por SP, MS e MT. A segunda posição coube à JBS, que não havia divulgado seus dados no levantamento anterior, e agora confirmou 234 mil cabeças confinadas. A grande ausente do ranking deste ano foi a JBJ, segunda no ano passado, com 169 mil cabeças e que preferiu não informar seus números relativos a 2023.

O total apurado com os 20 maiores confinamentos corresponde a quase 30% dos 7 milhões de animais terminados no cocho no ano. Os questionários encaminhados por DBO também trouxeram informações importantes sobre o atual estágio das operações. A líder MFG aponta, por exemplo, que todas as suas operações de trato já estão automatizadas, enquanto a vice-líder JBS informa que avança rapidamente na mesma direção.

Dos Top 20, apenas 5 não atuam também como prestadores de serviço. A gestão de risco é adotada por 75% dos ranqueados, ao mesmo tempo que 100% se declaram seguidores de boas práticas de bem-estar animal e sustentabilidade.

Outro dado significativo recolhido na pesquisa para definição do ranking veio da projeção dos confinadores para este ano. A se confirmarem os dados, o grupo poderá fechar 2024 com mais de 2,3 milhões de animais confinados, evolução atribuída à melhoria nas condições de mercado e rentabilidade para o confinador.

O Top 20 Confinadores, apresentado em análise da editora Maristela Franco, abre mais um Especial Confinamento da DBO de agosto, que traz, entre outras reportagens, o crescimento da presença feminina na liderança de operações; a importância de associar a leitura de cocho ao comportamento dos animais; a solução do piso de solo-cimento e a projeção favorável de Rogério Coan para os resultados do segundo giro de engorda. Confira nosso Especial e todo o conteúdo restante do que acontece e movimenta nossa pecuária. Boa leitura.

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