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Molécula da “fertilidade” eleva prenhez em TETF

Estudo da USP com o hormônio bST é nova ferramenta da Jacarezinho para produzir 7.000 embriões/ano. Bons resultados foram obtidos em pesquisa da USP.

Receptoras sendo processadas na fazenda da CV Nelore Macho.

Por Denis Cardoso

A exemplo da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), os protocolos de transferência de embriões vêm sofrendo ajustes importantes, visando maior eficiência. Um bom exemplo disso é o projeto conduzido pela Agropecuária Jacarezinho em parceria com a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP), sob liderança do professor Pietro Sampaio Baruselli.

“Como a Jacarezinho possui um laboratório de excelência na produção de embriões, grande número de receptoras e um plantel seleto de doadoras de oócitos, conseguimos testar um novo tratamento hormonal em diferentes etapas da Transferência de Embriões em Tempo Fixo (TETF), com resultados altamente satisfatórios”, comemora Baruselli, acrescentado entusiasmado: “Esses estudos em andamento poderão dar grande contribuição ao processo de expansão da técnica em rebanhos de corte no País”.

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