Uso de adsorventes, associado às boas práticas na produção de alimentos conservados, ajuda a reduzir a contaminação por fungos e riscos de perda de animais por intoxicação.
Micotoxinas exigem atenção permanente, principalmente quando se usa alimentos conservados.
Por Ariosto Mesquita
Nos últimos 10 anos, com o gradual processo de intensificação da bovinocultura de corte brasileira, velhas inimigas dos bovinos entraram definitivamente no radar dos produtores: as micotoxinas, que demandam grande cuidado e exigem armas específicas para mitigação, denominadas adsorventes. Em várias operações de confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP), resgate ou sequestro de animais, quando se usa muito alimento conservado como silagens, o emprego de adsorventes é encarado como certo. Já está na conta. Ele funciona tanto para captura de micotoxinas que vêm da lavoura quanto daquelas geradas no silo.
A avaliação é do agrônomo Rafael Canonenco de Araújo, especialista em micotoxinas e gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Grasp. Segundo ele, o mercado de adsorventes no Brasil é cada vez maior. “Não existem números de referência, mas podemos dizer que a demanda por adsorventes mais do que triplicou nos últimos 10 anos. O amadurecimento do mercado veio atrelado à intensificação da pecuária diante das exigências por animais mais jovens e carne de melhor qualidade”, considera o especialista.
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Micotoxinas exigem atenção permanente, principalmente quando se usa alimentos conservados.
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Nos últimos 10 anos, com o gradual processo de intensificação da bovinocultura de corte brasileira, velhas inimigas dos bovinos entraram definitivamente no radar dos produtores: as micotoxinas, que demandam grande cuidado e exigem armas específicas para mitigação, denominadas adsorventes. Em várias operações de confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP), resgate ou sequestro de animais, quando se usa muito alimento conservado como silagens, o emprego de adsorventes é encarado como certo. Já está na conta. Ele funciona tanto para captura de micotoxinas que vêm da lavoura quanto daquelas geradas no silo.
A avaliação é do agrônomo Rafael Canonenco de Araújo, especialista em micotoxinas e gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Grasp. Segundo ele, o mercado de adsorventes no Brasil é cada vez maior. “Não existem números de referência, mas podemos dizer que a demanda por adsorventes mais do que triplicou nos últimos 10 anos. O amadurecimento do mercado veio atrelado à intensificação da pecuária diante das exigências por animais mais jovens e carne de melhor qualidade”, considera o especialista.
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