Imaflora lança selo de carne livre de desmatamento com foco nas vendas para a China
Lançamento do selo Beef on Track destaca a crescente exigência chinesa por produtos agropecuários sustentáveis
Autoridades e representantes de importadores participaram de forma remota.
Por Moacir José
A China segue com seu compromisso de produzir e importar produtos agropecuários de forma sustentável, respeitando boas práticas, aspectos sociais e o meio ambiente. A afirmação foi reforçada em vários momentos, por representantes de entidades chinesas (através de vídeo), durante o seminário “Perspectivas para o comércio sino-brasileiro sustentável de carne bovina”, promovido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) em Brasília, no dia 21 de outubro.
No evento, também foi lançado um selo de certificação para assegurar que a carne exportada ao gigante asiático provém de áreas livres de desmatamento, trabalho análogo à escravidão e invasão de terras públicas. Trata-se do BoT (Beef on Track, ou, em português, algo como “carne nos trilhos” ou “carne no caminho certo”).
O anúncio foi feito pela diretora-executiva da ONG, Marina Piatto, junto com o compromisso assumido por cinco das 100 empresas integrantes da Tianjin Meat Association de comprar 50.000 toneladas com o selo, até junho de 2026. A entidade, com sede em município portuário do leste da China, próxima a Pequim, importa 200.000 t anuais de carne bovina brasileira (15% do total importado pela China em 2024).
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A China segue com seu compromisso de produzir e importar produtos agropecuários de forma sustentável, respeitando boas práticas, aspectos sociais e o meio ambiente. A afirmação foi reforçada em vários momentos, por representantes de entidades chinesas (através de vídeo), durante o seminário “Perspectivas para o comércio sino-brasileiro sustentável de carne bovina”, promovido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) em Brasília, no dia 21 de outubro.
No evento, também foi lançado um selo de certificação para assegurar que a carne exportada ao gigante asiático provém de áreas livres de desmatamento, trabalho análogo à escravidão e invasão de terras públicas. Trata-se do BoT (Beef on Track, ou, em português, algo como “carne nos trilhos” ou “carne no caminho certo”).
O anúncio foi feito pela diretora-executiva da ONG, Marina Piatto, junto com o compromisso assumido por cinco das 100 empresas integrantes da Tianjin Meat Association de comprar 50.000 toneladas com o selo, até junho de 2026. A entidade, com sede em município portuário do leste da China, próxima a Pequim, importa 200.000 t anuais de carne bovina brasileira (15% do total importado pela China em 2024).
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