Com núcleo de produção em Tangará da Serra (MT), a empresa abaterá 203.539 bois em 2025, mas sua meta é atingir 300.000 até 2027, em harmonia com o meio ambiente.
Por Maristela Franco
Bois sendo transferidos para piquetes de TIP na Fazenda Netolância.
Tecnologia genuinamente brasileira, a Terminação Intensiva a Pasto (TIP) tornou-se um sucesso inegável na pecuária de corte brasileira, responsável pela engorda de 3,5 a 4 milhões de bovinos anualmente. Não é fácil rastrear a origem do sistema, mas, nas últimas décadas, ele se disseminou por todo o País, com forte presença no Mato Grosso. É neste Estado, inclusive, que se encontra o maior projeto de TIP do Brasil e, consequentemente, do mundo, já que não há modelo semelhante em outros países. Conduzido pelo Grupo LPCD (iniciais de seu fundador, Lindolpho Pio de Carvalho Dias), em fazendas localizadas no município de Tangará da Serra, 240 km ao norte de Cuiabá (MT), esse projeto abateu 150.794 bovinos em 2024, em 3,3 giros anuais, mas sua meta é chegar a 203.539 em 2025 e 300.000, até 2027.
No Mato Grosso, o Grupo LPCD possui 33.832,45 hectares, sendo 10.110,29 ocupados por pastagens exploradas intensivamente (6.675,68 ha próprios e 3.435,29 ha arrendados). Adepto do conceito de sustentabilidade, esse grupo familiar explora apenas 29,88% de suas terras no Estado, mantendo os 70,12% restantes cobertos por vegetação nativa. Com 105 anos de história na pecuária, tem raízes fincadas no município de Morro Agudo (SP), onde mantém a Fazenda Palmital, voltada à produção de cana-de-açúcar e à recria intensiva a pasto (RIP), seguida por terminação em confinamento.
Em 1979, o grupo resolveu expandir suas atividades, comprando a primeira gleba da Fazenda Netolândia, em Tangará da Serra (MT), para produção pecuária e, em 1994, deu novo salto, adquirindo a Fazenda São José, em Sapezal (MT), para a agricultura (algodão e grãos). A empresa também planta cana no Mato Grosso do Sul.
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Tecnologia genuinamente brasileira, a Terminação Intensiva a Pasto (TIP) tornou-se um sucesso inegável na pecuária de corte brasileira, responsável pela engorda de 3,5 a 4 milhões de bovinos anualmente. Não é fácil rastrear a origem do sistema, mas, nas últimas décadas, ele se disseminou por todo o País, com forte presença no Mato Grosso. É neste Estado, inclusive, que se encontra o maior projeto de TIP do Brasil e, consequentemente, do mundo, já que não há modelo semelhante em outros países. Conduzido pelo Grupo LPCD (iniciais de seu fundador, Lindolpho Pio de Carvalho Dias), em fazendas localizadas no município de Tangará da Serra, 240 km ao norte de Cuiabá (MT), esse projeto abateu 150.794 bovinos em 2024, em 3,3 giros anuais, mas sua meta é chegar a 203.539 em 2025 e 300.000, até 2027.
No Mato Grosso, o Grupo LPCD possui 33.832,45 hectares, sendo 10.110,29 ocupados por pastagens exploradas intensivamente (6.675,68 ha próprios e 3.435,29 ha arrendados). Adepto do conceito de sustentabilidade, esse grupo familiar explora apenas 29,88% de suas terras no Estado, mantendo os 70,12% restantes cobertos por vegetação nativa. Com 105 anos de história na pecuária, tem raízes fincadas no município de Morro Agudo (SP), onde mantém a Fazenda Palmital, voltada à produção de cana-de-açúcar e à recria intensiva a pasto (RIP), seguida por terminação em confinamento.
Em 1979, o grupo resolveu expandir suas atividades, comprando a primeira gleba da Fazenda Netolândia, em Tangará da Serra (MT), para produção pecuária e, em 1994, deu novo salto, adquirindo a Fazenda São José, em Sapezal (MT), para a agricultura (algodão e grãos). A empresa também planta cana no Mato Grosso do Sul.
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