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Falso-positivo ambiental: dor de cabeça na certa!

Colheita da palma forrageira tem disparado alerta falso de desmatamento para propriedades da Caatinga alagoana, trazendo transtorno aos produtores.

Por Carolina Rodrigues

Os falso-positivos da fiscalização ambiental por satélite continuam dando o que falar. Em julho, DBO foi procurada por um grupo de produtores alagoanos que tem sofrido com o problema, sem saber o que fazer, nem por onde começar. Os chamados “falso-positivos” são situações em que os sistemas automatizados de fiscalização ambiental identificam erroneamente áreas como desmatadas ou degradadas, quando, na verdade, não houve infração ambiental. Isso pode ocorrer por diversas razões. No caso de Alagoas, os falso-positivos estão associados à cultura da palma forrageira, planta de ciclo longo e regeneração rápida, principal fonte de alimentação do gado na região.

“Quando colhida, o satélite entende que existia uma área de vegetação nativa ali suprimida pelo produtor. Automaticamente, o sistema gera o alerta de desmatamento falso”, relata Domício Arruda da Silva, presidente da Associação de Criadores de Alagoas (ACA), entidade que tem recebido inúmeras queixas desse tipo de problema. “Traz consequências gravíssimas ao produtor, que se torna alvo de multas e sanções”. Ele observa que a notificação nem sempre chega e a descoberta, muitas vezes, ocorre via bloqueios comerciais e embargos à propriedade.

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Os falso-positivos da fiscalização ambiental por satélite continuam dando o que falar. Em julho, DBO foi procurada por um grupo de produtores alagoanos que tem sofrido com o problema, sem saber o que fazer, nem por onde começar. Os chamados “falso-positivos” são situações em que os sistemas automatizados de fiscalização ambiental identificam erroneamente áreas como desmatadas ou degradadas, quando, na verdade, não houve infração ambiental. Isso pode ocorrer por diversas razões. No caso de Alagoas, os falso-positivos estão associados à cultura da palma forrageira, planta de ciclo longo e regeneração rápida, principal fonte de alimentação do gado na região.

“Quando colhida, o satélite entende que existia uma área de vegetação nativa ali suprimida pelo produtor. Automaticamente, o sistema gera o alerta de desmatamento falso”, relata Domício Arruda da Silva, presidente da Associação de Criadores de Alagoas (ACA), entidade que tem recebido inúmeras queixas desse tipo de problema. “Traz consequências gravíssimas ao produtor, que se torna alvo de multas e sanções”. Ele observa que a notificação nem sempre chega e a descoberta, muitas vezes, ocorre via bloqueios comerciais e embargos à propriedade.

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