O que considerar na hora de selecionar estratégias de intensificação e avançar para pastagens mais produtivas.

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Este é o terceiro e último artigo da série sobre intensificação, com base na palestra que apresentei no 6º Fórum de Pecuária de Corte do Rehagro, nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, em Salvador (BA), com público de mais de 800 pessoas. Na parte 1, mostrei como calcular a produtividade da pastagem, citando seus fatores condicionantes (desempenho animal e taxa de lotação). Na parte 2, falei sobre as tecnologias de processos disponíveis para intensificação e agora abordarei as de baixo e alto insumos, começando pelas primeiras, que exigem desembolso, mas têm impacto relativamente baixo na planilha de custo anual da fazenda e relação de benefício/custo atrativa.

Este é o terceiro e último artigo da série sobre intensificação, com base na palestra que apresentei no 6º Fórum de Pecuária de Corte do Rehagro, nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, em Salvador (BA), com público de mais de 800 pessoas. Na parte 1, mostrei como calcular a produtividade da pastagem, citando seus fatores condicionantes (desempenho animal e taxa de lotação). Na parte 2, falei sobre as tecnologias de processos disponíveis para intensificação e agora abordarei as de baixo e alto insumos, começando pelas primeiras, que exigem desembolso, mas têm impacto relativamente baixo na planilha de custo anual da fazenda e relação de benefício/custo atrativa.
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Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Este é o terceiro e último artigo da série sobre intensificação, com base na palestra que apresentei no 6º Fórum de Pecuária de Corte do Rehagro, nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, em Salvador (BA), com público de mais de 800 pessoas. Na parte 1, mostrei como calcular a produtividade da pastagem, citando seus fatores condicionantes (desempenho animal e taxa de lotação). Na parte 2, falei sobre as tecnologias de processos disponíveis para intensificação e agora abordarei as de baixo e alto insumos, começando pelas primeiras, que exigem desembolso, mas têm impacto relativamente baixo na planilha de custo anual da fazenda e relação de benefício/custo atrativa.

Este é o terceiro e último artigo da série sobre intensificação, com base na palestra que apresentei no 6º Fórum de Pecuária de Corte do Rehagro, nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, em Salvador (BA), com público de mais de 800 pessoas. Na parte 1, mostrei como calcular a produtividade da pastagem, citando seus fatores condicionantes (desempenho animal e taxa de lotação). Na parte 2, falei sobre as tecnologias de processos disponíveis para intensificação e agora abordarei as de baixo e alto insumos, começando pelas primeiras, que exigem desembolso, mas têm impacto relativamente baixo na planilha de custo anual da fazenda e relação de benefício/custo atrativa.