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Empresas e produtos: fique por dentro das novidades da pecuária

Confira os destaques da seção ‘Empresas e Produtos’ da Revista DBO de outubro

Matsuda lança mix de braquiárias de alto desempenho

A Matsuda Sementes, com sede em Álvares Machado (SP), acaba de lançar o “MIX Cerradão”, um mix das braquiárias brizantha cv. MG13 Braúna, MG4 e Marandu (“braquiarão”), na proporção de um terço cada. Com altura variando de 90 cm a 1m50, alcança produção de matéria seca de 12 a 14 t/ha/ano e teor de proteína variando de 9% a 12%. É indicado para solos de média a alta fertilidade, para pastejo direto, fenação ou silagem, e para atender a todas as categorias animais: cria, recria e engorda. Por seu desenvolvimento radicular profundo, tem boa tolerância à seca. Tem boa palatabilidade e boa tolerância à cigarrinha das pastagens.

Segundo a empresa, o manejo do MIX Cerradão em áreas de pastejo rotacionado deverá ocorrer a cada 25 a 30 dias ou quando a altura da planta atingir 60 a 80 cm durante a estação chuvosa e quente, e de 45 a 50 dias no inverno (frio e seco). Em pastejo contínuo, a altura do capim não deve ser menor do que 15 cm.

A estrutura das três cultivares, individualmente, têm características semelhantes: folhas e talos moles, porte mediano, touceiras decumbentes e prostradas, o que dificulta que o animal selecione uma delas. Porém, apresentam períodos diferentes de crescimento, maturação, florescimento e produção de sementes, além de outras características físicas como profundidade de raízes, capacidade de rebrote, tolerância ao pisoteio e às cigarrinhas das pastagens.

Mais informações em (18) 3226-2000 ou pelo e-mail faleconosco@matsuda.com.br.

Kit da Biogénesis evita perda de peso no transporte

A Biogénesis Bagó, multinacional argentina com unidade fabril em Curitiba (PR), focou sua presença no Feedlot Summit Brazil 2023, realizado em Goiânia (GO) entre os dias 14 e 15 de setembro, na divulgação de seu Kit Adaptador, composto pelos produtos Adaptador Vit (complexo de vitaminas A e E) e Adaptador Min (suplemento de microminerais como cobre, zinco, manganês e selênio), destinados a evitar perda de peso dos animais durante o transporte e a ganhar peso líquido em carcaça durante o confinamento.

Segundo Bruno Di Rienzo, gerente nacional de Demanda da empresa, minimizar a quebra do peso no transporte é um dos pontos fundamentais para se iniciar o confinamento de forma mais rentável, evitando aumentar o número de dias dos animais no confinamento. “Calculamos que o animal pode perder 1,2% de seu peso vivo para cada 100 km viajados”, diz. O produto é apresentado em frascos de 500 ml.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail infobr@biogenesisbago.com ou pelo fone 0800-701 0752.

Reforço na KWS Sementes

Douglas Salles, de Chapecó (SC), e Pedro Souza, de Patos de Minas, são os dois novos reforços da KWS Sementes para seu programa SiloMais, que procura orientar os produtores em relação a conhecimento da área a ser cultivada, posicionamento do híbrido, ponto de colheita, altura de corte, tamanho do picado, compactação, rendimento energético da silagem e vedação adequada, para diminuir as perdas por fermentação e evitar o apodrecimento superficial do material.

Menos gases no confinamento

A inclusão do aditivo SilvaFeed BX® (à base de taninos e saponinas) na dieta de bovinos confinados reduz em até 17% as emissões entéricas de metano. Foi o que concluiu estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Ciência para o Desenvolvimento da Neutralidade Climática da Pecuária de Corte do Instituto de Zootecnia de São Paulo (IZ), que avaliou 1.020 machos Nelore na unidade da JBS em Guaiçara (SP), em 2021. Aplicando esse resultado de forma retroativa ao período de 2019 a 2022, aos animais de todos os confinamentos da empresa que receberam o aditivo da Silvateam, deixou-se de emitir 30.000 toneladas de CO2 equivalente, o que corresponde à retirada de circulação de 24.000 carros.

Para Renata Arnandes, responsável pelo estudo, a pesquisa envolvendo as duas empresas e o IZ beneficia toda a pecuária brasileira. “Agora temos comprovação científica de que o uso de aditivos alimentares contribui para reduzir a pegada de carbono do setor”, enfatiza.

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