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Embrapa lança o BRS Guatã, leguminosa precoce e versátil

Novo feijão guandu pode ser usado para controle de nematóides, produção de volumoso para uso na seca, cobertura de solo e adubação verde.

Por Ariosto Mesquita

Uma forrageira bastante versátil (útil para reforma de pastagens, alimentação animal, cobertura de solo, adubação verde), além de estratégica em tempos de mudanças climáticas, rústica e com fôlego adicional para controlar quatro tipos de nematoides: Pratylenchus brachyurus, Pratylenchus zeae, Meloidogyne javanica e Meloidogyne incognita. Esta última característica é um dos destaques da nova cultivar de feijão guandu da Embrapa (o BRS Guatã), desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP). Seu lançamento oficial ocorreu durante o Fórum Pré-COP 30 da Pecuária, no dia 24 de março, em Campo Grande (MS), com apresentação a campo no dia seguinte, como parte da 16ª edição da Dinapec, feira bienal de tecnologia realizada na sede da Embrapa Gado de Corte.

O nome Guatã é uma junção de parte da palavra guandu (gua) com o termo atã, que significa forte na língua tupi. “No diversificado banco de materiais genéticos do nosso programa de melhoramento de leguminosas, encontramos este guandu, que apresenta alta capacidade de biodescompactação, com crescimento robusto e veloz. Inicialmente, o Guatã estava destinado ao plantio entre lavouras de cana, para descompactar o solo e servir de adubo verde, fixando nitrogênio, mas, em avaliações paralelas, descobrimos que ele também reduz a população de nematoides, uma praga comum em culturas graníferas e pastagens. Então, decidimos mudar um pouco seu direcionamento”, conta Frederico de Pina Matta, melhorista da Embrapa.

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Uma forrageira bastante versátil (útil para reforma de pastagens, alimentação animal, cobertura de solo, adubação verde), além de estratégica em tempos de mudanças climáticas, rústica e com fôlego adicional para controlar quatro tipos de nematoides: Pratylenchus brachyurus, Pratylenchus zeae, Meloidogyne javanica e Meloidogyne incognita. Esta última característica é um dos destaques da nova cultivar de feijão guandu da Embrapa (o BRS Guatã), desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP). Seu lançamento oficial ocorreu durante o Fórum Pré-COP 30 da Pecuária, no dia 24 de março, em Campo Grande (MS), com apresentação a campo no dia seguinte, como parte da 16ª edição da Dinapec, feira bienal de tecnologia realizada na sede da Embrapa Gado de Corte.

O nome Guatã é uma junção de parte da palavra guandu (gua) com o termo atã, que significa forte na língua tupi. “No diversificado banco de materiais genéticos do nosso programa de melhoramento de leguminosas, encontramos este guandu, que apresenta alta capacidade de biodescompactação, com crescimento robusto e veloz. Inicialmente, o Guatã estava destinado ao plantio entre lavouras de cana, para descompactar o solo e servir de adubo verde, fixando nitrogênio, mas, em avaliações paralelas, descobrimos que ele também reduz a população de nematoides, uma praga comum em culturas graníferas e pastagens. Então, decidimos mudar um pouco seu direcionamento”, conta Frederico de Pina Matta, melhorista da Embrapa.

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