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Em tempos de crise, IATF pede reforço em gestão

Balanço do Gerar Corte indica média geral de prenhez com um protocolo estacionada em 50,3%, apesar do potencial da técnica para mais de 70%.

O Gerar Corte já conta com 280 técnicos de campo especialistas em IATF.

Por Maristela Franco

Tecnologia reprodutiva mais usada nas fazendas de pecuária de corte do Brasil, a inseminação artificial em tempo fixo (IATF) tem apresentado certa inércia na evolução do índice geral com apenas um protocolo. Chegou a atingir média de 53% no balanço de 2018, mas depois foi recuando gradativamente até chegar a 50,3% no de 2023, conforme levantamento do Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho (Gerar Corte), que é ligado à Zoetis e tem mentoria do professor José Luiz Moraes Vasconcelos (Zequinha), da Unesp-Botucatu (SP).

“Do ponto de vista estatístico, essa pequena queda na média é irrelevante; o correto é falar em estabilidade”, salienta o especialista, lembrando que a IATF tem potencial para mais de 70% de prenhez, como mostram as fazendas líderes do ranking. Para atingir este patamar, contudo, é preciso investir em nutrição, genética, sanidade e manejo.

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