
Por Demétrio Costa

Por Demétrio CostaInicialmente adotados para melhorar o desempenho dos animais na terminação, os aditivos alimentares estão presentes hoje nas dietas para os diferentes ciclos de produção e com variadas opções à disposição do pecuarista.
Na edição em que comemora seus 43 anos de circulação, DBO dedica um caderno especial para destacar a contribuição dessas substâncias, como a monensina, aprovada pela primeira vez em 1975 para uso em ruminantes nos Estados Unidos e depois adotada em confinamentos brasileiros a partir de meados da década de 1980. E mesmo com tantos outros aditivos hoje disponíveis, essa molécula ainda deveria estar presente em todas as dietas de engorda, segundo o especialista Matheus Moretti, que ressalta o seu papel na modulação de ácidos, controle da diarreia e redução no consumo de matéria seca, mantendo o ganho de peso.
Desde a década de 90, no entanto, movimento surgido na Europa contra o uso de substâncias que se enquadram como antibióticos, a exemplo da monensina, levou à busca de alternativas naturais que ampliaram e continuam ampliando o leque de opções. Nos últimos anos, têm sido empregadas diversas combinações, como o uso de prebióticos e probióticos, óleos essenciais, taninos, enzimas e isoácidos.
A reportagem que abre o Especial Aditivos desta DBO também traz exemplos de como eles vêm desempenhando papel importante na reprodução, no desmame precoce e na recria intensiva. Na Agropecuária Rancho Fundo, em Cassilândia (MS), os aditivos entram na dieta das fêmeas após a desmama para que cheguem ao ponto de inseminação aos 12-14 meses. Em outra fazenda de Poconé, no pantanal mato-grossense, a estratégia de um protocolo especial com aditivos foi adotada para o desmame precoce que permitiu a recuperação das matrizes e a elevação do índice de prenhez de 30% para quase 80%. Na Fazenda Conquista, em Santa Vitória, MG, os aditivos entram na suplementação da recria intensiva, permitindo que garrotes adquiridos em agosto e setembro estejam prontos para o confinamento no final de maio.
Outras reportagens do Especial mostram como aditivos inovadores ajudam na mitigação das emissões de gases de efeito estufa; como a virginiamicina atua na prevenção de periodontites, que causa atrasos e falhas na reprodução; e os desafios do combate às micotoxinas que contaminam rações e silagens.
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Por Demétrio CostaInicialmente adotados para melhorar o desempenho dos animais na terminação, os aditivos alimentares estão presentes hoje nas dietas para os diferentes ciclos de produção e com variadas opções à disposição do pecuarista.
Na edição em que comemora seus 43 anos de circulação, DBO dedica um caderno especial para destacar a contribuição dessas substâncias, como a monensina, aprovada pela primeira vez em 1975 para uso em ruminantes nos Estados Unidos e depois adotada em confinamentos brasileiros a partir de meados da década de 1980. E mesmo com tantos outros aditivos hoje disponíveis, essa molécula ainda deveria estar presente em todas as dietas de engorda, segundo o especialista Matheus Moretti, que ressalta o seu papel na modulação de ácidos, controle da diarreia e redução no consumo de matéria seca, mantendo o ganho de peso.
Desde a década de 90, no entanto, movimento surgido na Europa contra o uso de substâncias que se enquadram como antibióticos, a exemplo da monensina, levou à busca de alternativas naturais que ampliaram e continuam ampliando o leque de opções. Nos últimos anos, têm sido empregadas diversas combinações, como o uso de prebióticos e probióticos, óleos essenciais, taninos, enzimas e isoácidos.
A reportagem que abre o Especial Aditivos desta DBO também traz exemplos de como eles vêm desempenhando papel importante na reprodução, no desmame precoce e na recria intensiva. Na Agropecuária Rancho Fundo, em Cassilândia (MS), os aditivos entram na dieta das fêmeas após a desmama para que cheguem ao ponto de inseminação aos 12-14 meses. Em outra fazenda de Poconé, no pantanal mato-grossense, a estratégia de um protocolo especial com aditivos foi adotada para o desmame precoce que permitiu a recuperação das matrizes e a elevação do índice de prenhez de 30% para quase 80%. Na Fazenda Conquista, em Santa Vitória, MG, os aditivos entram na suplementação da recria intensiva, permitindo que garrotes adquiridos em agosto e setembro estejam prontos para o confinamento no final de maio.
Outras reportagens do Especial mostram como aditivos inovadores ajudam na mitigação das emissões de gases de efeito estufa; como a virginiamicina atua na prevenção de periodontites, que causa atrasos e falhas na reprodução; e os desafios do combate às micotoxinas que contaminam rações e silagens.
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