Conteúdo Original | Revista DBO

Da escola de Direito à liderança na Amazônia

No mês da mulher, uma homenagem de DBO às pecuaristas que fazem história, como Antonielly Rottoli, gestora, líder sindical e presidente do grupo Mulheres do Agro Rondônia.

Por Ariosto Mesquita
Antonielly Rottoli, gestora, líder sindical e presidente do grupo Mulheres do Agro Rondônia.

Períodos frequentes de estiagem em plena safra de verão (veranicos) e geadas fortes nos meses de segunda safra levaram Antonielly Arce Rottoli a transferir sua atividade agropecuária, em 2013, do sul de Mato Grosso do Sul para Rondônia. Não foi fácil, mas valeu a pena. Na Amazônia, aos 29 anos, ela começou uma nova vida praticamente do zero. Junto com o marido, Edis Sinopolis, desembarcou em Alto Paraíso, no Vale do Jamari, sem muitos recursos, mas, depois de arrendar os primeiros 42 hectares, o casal só fez prosperar.

Hoje, o casal é um dos sócios-proprietários da Agropecuária Espírito Santo, um conglomerado composto por 6.000 ha de lavoura (soja no verão, segunda de milho na safrinha) e 3.500 ha de pecuária de ciclo completo, com rebanho focado em carne premium (cruzamento de Angus com fêmeas Nelore). A empresa contabiliza várias inscrições estaduais com terras espalhadas pelos municípios rondonienses de Alto Paraíso, Machadinho D’Oeste, Campo Novo de Rondônia e Rio Crespo, além de Colniza, no extremo norte de Mato Grosso.

O sucesso de Antonielly (que é diretora administrativa do grupo) vai muito além da porteira. Para fazer frente à carência de qualificação profissional na região, ela criou e atualmente preside o grupo “Mulheres do Agro Rondônia”, que reúne mais de 7.000 seguidores no Instagram e tem por objetivo levar conhecimento ao público feminino.

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Antonielly Rottoli, gestora, líder sindical e presidente do grupo Mulheres do Agro Rondônia.

Períodos frequentes de estiagem em plena safra de verão (veranicos) e geadas fortes nos meses de segunda safra levaram Antonielly Arce Rottoli a transferir sua atividade agropecuária, em 2013, do sul de Mato Grosso do Sul para Rondônia. Não foi fácil, mas valeu a pena. Na Amazônia, aos 29 anos, ela começou uma nova vida praticamente do zero. Junto com o marido, Edis Sinopolis, desembarcou em Alto Paraíso, no Vale do Jamari, sem muitos recursos, mas, depois de arrendar os primeiros 42 hectares, o casal só fez prosperar.

Hoje, o casal é um dos sócios-proprietários da Agropecuária Espírito Santo, um conglomerado composto por 6.000 ha de lavoura (soja no verão, segunda de milho na safrinha) e 3.500 ha de pecuária de ciclo completo, com rebanho focado em carne premium (cruzamento de Angus com fêmeas Nelore). A empresa contabiliza várias inscrições estaduais com terras espalhadas pelos municípios rondonienses de Alto Paraíso, Machadinho D’Oeste, Campo Novo de Rondônia e Rio Crespo, além de Colniza, no extremo norte de Mato Grosso.

O sucesso de Antonielly (que é diretora administrativa do grupo) vai muito além da porteira. Para fazer frente à carência de qualificação profissional na região, ela criou e atualmente preside o grupo “Mulheres do Agro Rondônia”, que reúne mais de 7.000 seguidores no Instagram e tem por objetivo levar conhecimento ao público feminino.

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