Em sua coluna, o zootecnista Adilson Aguiar analisa como a terminação intensiva a pasto (TIP) pode contribuir para a ciclagem de nutrientes e o aumento da fertilidade do solo.

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Esperei com expectativa o lançamento do Especial sobre TIP (terminação intensiva a pasto) publicado na edição de julho de 2025, iniciativa (como muitas outras), que posicionam DBO como a maior referência de leitura sobre a cadeia da carne bovina no País.
Há 12 anos, se não me engano, leio, assisto e ouço falar da TIP. Na primeira vez, lá pelos idos de 2013, ela ainda era chamada de “confinamento expresso”; depois, em 2017/2018, no Mato Grosso e no Pará, recebeu o nome de “engorda no piquetão”. Recebi muitas perguntas sobre o sistema, como: “Professor, tenho observado que, nos piquetes onde termino os animais com suplementação nos níveis de 1,5% a 2% do peso corporal (PC), o pasto vem mais rápido e forte no início das chuvas… mais verde escuro. Por que será? Minha observação faz sentido?”.

Esperei com expectativa o lançamento do Especial sobre TIP (terminação intensiva a pasto) publicado na edição de julho de 2025, iniciativa (como muitas outras), que posicionam DBO como a maior referência de leitura sobre a cadeia da carne bovina no País.
Há 12 anos, se não me engano, leio, assisto e ouço falar da TIP. Na primeira vez, lá pelos idos de 2013, ela ainda era chamada de “confinamento expresso”; depois, em 2017/2018, no Mato Grosso e no Pará, recebeu o nome de “engorda no piquetão”. Recebi muitas perguntas sobre o sistema, como: “Professor, tenho observado que, nos piquetes onde termino os animais com suplementação nos níveis de 1,5% a 2% do peso corporal (PC), o pasto vem mais rápido e forte no início das chuvas… mais verde escuro. Por que será? Minha observação faz sentido?”.
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Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Esperei com expectativa o lançamento do Especial sobre TIP (terminação intensiva a pasto) publicado na edição de julho de 2025, iniciativa (como muitas outras), que posicionam DBO como a maior referência de leitura sobre a cadeia da carne bovina no País.
Há 12 anos, se não me engano, leio, assisto e ouço falar da TIP. Na primeira vez, lá pelos idos de 2013, ela ainda era chamada de “confinamento expresso”; depois, em 2017/2018, no Mato Grosso e no Pará, recebeu o nome de “engorda no piquetão”. Recebi muitas perguntas sobre o sistema, como: “Professor, tenho observado que, nos piquetes onde termino os animais com suplementação nos níveis de 1,5% a 2% do peso corporal (PC), o pasto vem mais rápido e forte no início das chuvas… mais verde escuro. Por que será? Minha observação faz sentido?”.

Esperei com expectativa o lançamento do Especial sobre TIP (terminação intensiva a pasto) publicado na edição de julho de 2025, iniciativa (como muitas outras), que posicionam DBO como a maior referência de leitura sobre a cadeia da carne bovina no País.
Há 12 anos, se não me engano, leio, assisto e ouço falar da TIP. Na primeira vez, lá pelos idos de 2013, ela ainda era chamada de “confinamento expresso”; depois, em 2017/2018, no Mato Grosso e no Pará, recebeu o nome de “engorda no piquetão”. Recebi muitas perguntas sobre o sistema, como: “Professor, tenho observado que, nos piquetes onde termino os animais com suplementação nos níveis de 1,5% a 2% do peso corporal (PC), o pasto vem mais rápido e forte no início das chuvas… mais verde escuro. Por que será? Minha observação faz sentido?”.