Congresso Mundial da Carne discute rumos da pecuária
Europa dá sinais de acordo com Mercosul em 18 meses, FAO abraça a pecuária e Brasil tenta convencer os estrangeiros de que sua carne é sustentável.
Plenária lotada do Congresso, que contou com 900 participantes.
Por Ariosto Mesquita
Todos defendendo suas certezas em meio às diferenças, diante de um cenário de demanda aquecida. Esta foi a tônica do World Meat Congress – WMC (Congresso Mundial da Carne), evento bienal cuja edição de 2025 foi realizada em Cuiabá (MT), nos dias 28, 29 e 30 de outubro, reunindo produtores, cientistas e lideranças de peso no mercado global. A tensão geopolítica (sobretudo com a guerra tarifária lançada pelos EUA) e a disposição do Brasil em municiar os visitantes com informações sobre seus avanços tecnológicos no desenvolvimento de uma pecuária (sobretudo a bovinocultura de corte) tropical sustentável, dominaram boa parte da pauta.
Graças a uma programação diversificada, que atraiu mais de 900 pessoas inscritas, representando 20 países segundo a organização, várias manifestações ganharam eco e algumas repercutiram no mercado. A primeira boa notícia para o Brasil e seus vizinhos veio de John Alistair Clarke, ex-diretor de Assuntos Internacionais da Comissão Europeia e Chefe da Delegação da União Européia (UE) junto à OMC e à ONU. “Estimo que em até 18 meses teremos firmado um forte acordo bilateral com o Mercosul, sobretudo para aquisição de alimentos de áreas não desmatadas ou reflorestadas”, sinalizou.
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Graças a uma programação diversificada, que atraiu mais de 900 pessoas inscritas, representando 20 países segundo a organização, várias manifestações ganharam eco e algumas repercutiram no mercado. A primeira boa notícia para o Brasil e seus vizinhos veio de John Alistair Clarke, ex-diretor de Assuntos Internacionais da Comissão Europeia e Chefe da Delegação da União Européia (UE) junto à OMC e à ONU. “Estimo que em até 18 meses teremos firmado um forte acordo bilateral com o Mercosul, sobretudo para aquisição de alimentos de áreas não desmatadas ou reflorestadas”, sinalizou.
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