Colheita de sementes de pastagens no chão estão com os dias contados?
Sucesso do Miyagui e liderança da Ruziziensis levam programas de melhoramento a priorizar cultivares com característica de retenção de sementes no cacho.
Cultivar Miyagui, que retém mais sementes no cacho.
Por Ariosto Mesquita
O avanço dos sistemas integrados de produção agropecuária, especialmente da ILP (integração lavoura-pecuária), está exigindo uma completa mudança no mercado de sementes forrageiras. Pelo andar da carruagem, a tradicional colheita ao chão (varredura) pode estar com os dias contatos.
O sucesso do Panicum Miyagi e a avassaladora liderança da Ruziziensis dentre as braquiárias estão estimulando estudos sobre capins que apresentam retenção de sementes no cacho. Fontes ligadas ao mercado garantem que um novo Panicum com esta característica está em desenvolvimento pela Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), com previsão de liberação para o produtor entre 2027 e 2028.
A principal sinalização neste sentido veio do artigo técnico “Sementes de Forrageiras: transformações no mercado diante das demandas de sustentabilidade e inovações da agropecuária”, assinado por Marcos Roveri José, gerente-executivo da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) e publicado no Anuário 2025 da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem).
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O sucesso do Panicum Miyagi e a avassaladora liderança da Ruziziensis dentre as braquiárias estão estimulando estudos sobre capins que apresentam retenção de sementes no cacho. Fontes ligadas ao mercado garantem que um novo Panicum com esta característica está em desenvolvimento pela Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), com previsão de liberação para o produtor entre 2027 e 2028.
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