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Cerca elétrica é grande aliada do pastejo ultradenso

Com manejo ajustado para até oito trocas de piquetes/dia, a cerca elétrica pode segurar lotação instantânea próxima a 2.000 UA/ha no pastejo ultradenso

Por Ariosto Mesquita

Mesmo ainda vista com reserva por alguns pecuaristas, a cerca elétrica ganha importância crescente em sistemas de pastejo rotacionado e modelos de integração lavoura-pecuária no Brasil, graças a predicados como mobilidade, baixo custo e facilidade de operação. Nos últimos anos, sobretudo, ela ganhou protagonismo na prática do pastejo ultradenso, manejo que busca aumentar a eficiência da colheita do capim, concentrando altíssima carga de animais para pastejar em um espaço físico bem reduzido e durante o menor tempo possível. Mesmo que alvo de polêmica, o ultradenso já é adotado pontualmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul do País.

É o caso da Fazenda Santa Nice, em Amaporã (PR), tradicional selecionadora de animais Nelore PO e uma das pioneiras nesse tipo de manejo. Para Ângelo Fávaro Júnior, veterinário e gestor da propriedade, não há como dominar a técnica do ultradenso sem a cerca elétrica.

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