Com selo lançado na COP-30, iniciativa da Embrapa e Marfrig amplia adesão e comprova ganhos ambientais e produtivos.

Por Carolina Rodrigues
Com protocolo pronto desde 2023 ‒ após cinco anos de desenvolvimento e validação em fazendas comerciais ‒, o programa Carne Baixo Carbono (CBC) foi formalmente (e finalmente) oficializado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) durante a COP-30, em novembro passado, em Belém. A ocasião foi propícia para apresentar os primeiros resultados do protocolo (o terceiro desenvolvido pela Embrapa), que apontam redução de 35% nas emissões de CO2 nas 10 fazendas iniciais certificadas.
O programa é uma parceria da empresa de pesquisa com a Marfrig Alimentos e combina tecnologias validadas em áreas como manejo sustentável, mitigação de gases de efeito estufa (GEE), melhoria da produtividade e rastreabilidade ambiental em sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP), um dos mais adotados no País. A taxa de lotação das 10 fazendas, por exemplo, ficou em 2,5 UA/ha, bem acima da média de 1 UA/ha das fazendas brasileiras.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Carolina Rodrigues
Com protocolo pronto desde 2023 ‒ após cinco anos de desenvolvimento e validação em fazendas comerciais ‒, o programa Carne Baixo Carbono (CBC) foi formalmente (e finalmente) oficializado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) durante a COP-30, em novembro passado, em Belém. A ocasião foi propícia para apresentar os primeiros resultados do protocolo (o terceiro desenvolvido pela Embrapa), que apontam redução de 35% nas emissões de CO2 nas 10 fazendas iniciais certificadas.
O programa é uma parceria da empresa de pesquisa com a Marfrig Alimentos e combina tecnologias validadas em áreas como manejo sustentável, mitigação de gases de efeito estufa (GEE), melhoria da produtividade e rastreabilidade ambiental em sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP), um dos mais adotados no País. A taxa de lotação das 10 fazendas, por exemplo, ficou em 2,5 UA/ha, bem acima da média de 1 UA/ha das fazendas brasileiras.