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Anuário DBO | Palhada no rotacionado. Por que não?

Ganho em quilos de carne/ha/ano com bebedouros próximos justifica investimento em equipamentos móveis na ILP

Por Wagner Pires é engenheiro agrônomo, consultor em pastagem e apresentador do programa “De Olho no Campo”, publicado no Portal DBO.

Se um sistema rotacionado é bom para a pastagem ‒ porque respeita a fisiologia da gramínea forrageira, no pastejo e no descanso dela ‒, também é bom para o bovino que lá pasteja, porque respeita o bem-estar do animal. Então por que não aproveitarmos esses conceitos no sistema de integração lavoura-pecuária (ILP) e torná-lo ainda melhor?

Sempre me coloco essa questão. Afinal de contas, estamos falando de um sistema em que: 1 – uma gramínea forrageira contribuirá com seu sistema radicular para melhorar a estrutura do solo; 2 – sua massa verde, em qualidade e quantidade, contribuirá para que os bovinos possam ganhar mais peso, e, assim, ajudar a melhorar a receita da fazenda; 3 – o bostejo dos animais contribuirá na fertilidade do solo.

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