Mesmo com leve recuo, a raça supera expectativas e fatura R$ 60,5 milhões, garantindo o segundo lugar entre as zebuínas.

Por Gualberto Vita
Ainda que não tenha apresentado números melhores do que os de 2024, a raça Sindi destacou-se na seção comercialização de zebuínos de genética superior em 2025: apresentou números que superaram ‒ tanto em oferta como em faturamento e média ‒ as raças Tabapuã, Brahman e Guzerá, ficando atrás apenas da Nelore. De acordo com o Banco de Dados da DBO, foram realizados 50 remates da zebuína avermelhada no ano passado, que venderam 2.385 lotes (machos, fêmeas, aspirações e embriões), com receita de R$ 60,5 milhões (média de R$ 25.371).
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Por Gualberto Vita
Ainda que não tenha apresentado números melhores do que os de 2024, a raça Sindi destacou-se na seção comercialização de zebuínos de genética superior em 2025: apresentou números que superaram ‒ tanto em oferta como em faturamento e média ‒ as raças Tabapuã, Brahman e Guzerá, ficando atrás apenas da Nelore. De acordo com o Banco de Dados da DBO, foram realizados 50 remates da zebuína avermelhada no ano passado, que venderam 2.385 lotes (machos, fêmeas, aspirações e embriões), com receita de R$ 60,5 milhões (média de R$ 25.371).