De acordo com o Banco de Dados da DBO, foram comercializados 89.674 lotes em 2024, ante 100.496 exemplares da temporada anterior.

Por Gualberto Vita
A bovinocultura de corte em 2024 foi marcada por grandes desafios para o pecuarista, especialmente em relação aos preços da arroba e da reposição, que registraram queda em todo o primeiro semestre, na comparação com 2023, que já havia sido ruim ante 2022. Isso colocou à prova a capacidade de o criador administrar os custos e promover os investimentos necessários ao seu negócio. Mas a partir de agosto as coisas começaram a melhorar e o valor da arroba do boi seguiu em ascensão até dezembro.
Esse fato explica a reversão de um quadro que apontava para queda na receita no mercado de leilões, uma vez que a oferta de machos, fêmeas, prenhezes e aspirações de alto padrão genético para produção de carne recuou 10,7%. De acordo com o Banco de Dados da DBO, foram comercializados 89.674 lotes em 2024, ante 100.496 exemplares da temporada anterior.
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Por Gualberto Vita
A bovinocultura de corte em 2024 foi marcada por grandes desafios para o pecuarista, especialmente em relação aos preços da arroba e da reposição, que registraram queda em todo o primeiro semestre, na comparação com 2023, que já havia sido ruim ante 2022. Isso colocou à prova a capacidade de o criador administrar os custos e promover os investimentos necessários ao seu negócio. Mas a partir de agosto as coisas começaram a melhorar e o valor da arroba do boi seguiu em ascensão até dezembro.
Esse fato explica a reversão de um quadro que apontava para queda na receita no mercado de leilões, uma vez que a oferta de machos, fêmeas, prenhezes e aspirações de alto padrão genético para produção de carne recuou 10,7%. De acordo com o Banco de Dados da DBO, foram comercializados 89.674 lotes em 2024, ante 100.496 exemplares da temporada anterior.