Setor sai da fase de retomada e consolida mercado mais sólido, com crescimento no corte, no leite e nas exportações.

Por Carolina Rodrigues
Ainda falta o mês de dezembro, mas o levantamento preliminar da Asbia (Associação Brasileira de inseminação artificial) – enviado com exclusividade para o Anuário DBO – permite concluir que 2025 foi um ano extremamente positivo para o mercado de sêmen. De janeiro a novembro, o setor movimentou 25,8 milhões de doses, 9,3% mais do que as 23,6 milhões de doses no mesmo período de 2024.
A venda de material das raças de corte para o cliente final aumentou 8,7%, para 17,4 milhões de doses, mantendo o Brasil na dianteira do mercado de inseminação a nível mundial. No leite, o avanço foi ainda maior: 10,2%, para 6,1 milhão de doses, reflexo de adoção da tecnologia que vem de anos, a despeito de um ano ruim de preços para o produtor. No front externo, a soma dos dois segmentos (com predominância do corte) rompeu a barreira do um milhão de doses exportadas, aumento de 34,2% sobre o período anterior.
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Por Carolina Rodrigues
Ainda falta o mês de dezembro, mas o levantamento preliminar da Asbia (Associação Brasileira de inseminação artificial) – enviado com exclusividade para o Anuário DBO – permite concluir que 2025 foi um ano extremamente positivo para o mercado de sêmen. De janeiro a novembro, o setor movimentou 25,8 milhões de doses, 9,3% mais do que as 23,6 milhões de doses no mesmo período de 2024.
A venda de material das raças de corte para o cliente final aumentou 8,7%, para 17,4 milhões de doses, mantendo o Brasil na dianteira do mercado de inseminação a nível mundial. No leite, o avanço foi ainda maior: 10,2%, para 6,1 milhão de doses, reflexo de adoção da tecnologia que vem de anos, a despeito de um ano ruim de preços para o produtor. No front externo, a soma dos dois segmentos (com predominância do corte) rompeu a barreira do um milhão de doses exportadas, aumento de 34,2% sobre o período anterior.