Depois de novos recordes, tudo indica recuo em 2026

Por Denis Cardoso
O comportamento dos abates de bovinos no ano passado se assemelhou, em muito, ao que ocorreu em 2024, com números recordes nas linhas de produção dos frigoríficos, com destaque para a forte participação de vacas e novilhas. Mas contrariou as estimativas iniciais dos analistas, que esperavam uma contração do movimento de descarte a partir do segundo semestre, gerada pela recuperação nos preços do bezerro, o que estimularia a retenção das matrizes nas fazendas. O que não ocorreu.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Denis Cardoso
O comportamento dos abates de bovinos no ano passado se assemelhou, em muito, ao que ocorreu em 2024, com números recordes nas linhas de produção dos frigoríficos, com destaque para a forte participação de vacas e novilhas. Mas contrariou as estimativas iniciais dos analistas, que esperavam uma contração do movimento de descarte a partir do segundo semestre, gerada pela recuperação nos preços do bezerro, o que estimularia a retenção das matrizes nas fazendas. O que não ocorreu.